O que começou como um projeto simples em uma garagem na Califórnia se transformou em uma das empresas mais valiosas do planeta. A Apple, fundada em 1976, é hoje avaliada em cerca de US$ 3,6 trilhões — o equivalente a aproximadamente R$ 18,8 trilhões.
Na época, os fundadores Steve Jobs e Steve Wozniak vendiam computadores artesanais por pouco mais de US$ 600. O primeiro modelo, o Apple I, era voltado para entusiastas e marcou o início de uma revolução silenciosa na tecnologia.
Da crise ao topo: como a Apple se reinventou ao longo das décadas
O crescimento inicial foi rápido, impulsionado pelo sucesso do Apple II e pela popularização dos computadores pessoais. Mas a trajetória esteve longe de ser linear. Nos anos 1990, a empresa enfrentou uma crise profunda, perdeu relevância no mercado e quase fechou as portas.
A virada veio em 1997, com o retorno de Steve Jobs. A partir daí, a Apple iniciou uma sequência de lançamentos que mudaram a indústria. Primeiro com o iMac, depois com o iPod e, principalmente, com o iPhone, lançado em 2007.
O smartphone redefiniu o mercado e se tornou o principal motor financeiro da empresa. Com ele, a Apple deixou de ser apenas uma fabricante de computadores para se transformar em um ecossistema completo de produtos e serviços.
Nos anos seguintes, a companhia ampliou seu portfólio com dispositivos como o iPad e o Apple Watch, além de investir em serviços digitais. Sob a liderança de Tim Cook, a empresa ganhou escala global e atingiu resultados históricos.
Agora, o novo foco está na inteligência artificial. A Apple aposta na integração dessa tecnologia aos seus dispositivos para impulsionar um novo ciclo de crescimento — embora enfrente concorrência forte de gigantes como Google e Microsoft.
Quase 50 anos depois da garagem, a empresa segue relevante em um cenário extremamente volátil e competitivo.





