Em janeiro de 2026, Belo Horizonte testemunhou um aumento significativo nos preços do gás de cozinha. O botijão de 13 kg, que é amplamente utilizado, teve um incremento de 4,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Segundo dados recentes, o preço médio do botijão entregue subiu de R$ 118,54 para R$ 124,32, enquanto a retirada pelo próprio consumidor ficou em R$ 109,67. Essa mudança nos preços reflete o aumento do ICMS e as adaptações do mercado diante da inflação e outros fatores econômicos.
Impacto do ICMS
Desde o início de janeiro, o aumento do ICMS adicionou R$ 1,05 ao custo do botijão. Esse acréscimo ainda não foi plenamente repassado aos consumidores, pois os ajustes nos preços de venda ocorrem de forma gradual.
A inflação de 2025, que foi de 4,26%, também contribuiu para a elevação dos preços. Essas mudanças indicam uma pressão contínua sobre o mercado, que está em busca de equilíbrio entre custo e oferta.
Belo Horizonte demonstra variações amplas nos preços do gás de cozinha devido à intensa concorrência entre distribuidores. O preço do botijão vazio registrou variação significativa. Essa oscilação enfatiza a importância de pesquisar antes de comprar, em busca de ofertas mais vantajosas.
Enquanto isso, o preço da gasolina vai cair
A Petrobras anunciou uma redução de 5,2% no preço da gasolina A vendida para distribuidoras. A vigência tem início nesta terça-feira, 27 de janeiro. Com essa decisão, o valor médio do litro passará para R$ 2,57, correspondendo a uma redução de R$ 0,14 por litro.
A medida foi comunicada nesta segunda-feira, dia 26 de janeiro, e visa aliviar a inflação no Brasil, onde a gasolina tem um peso significativo no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Desde maio de 2023, a Petrobras abandonou a paridade de importação, uma política implementada em governos anteriores. Agora, a estatal adota ajustes baseados em referências do mercado internacional, mas de forma mais espaçada. Isso procura dar maior estabilidade ao mercado interno.





