Além de marcar o retorno de Galvão Bueno à TV aberta fora da Globo, o acordo com o SBT chama atenção, sobretudo, pelos valores envolvidos.
Para narrar os jogos da Copa do Mundo de 2026, o comunicador receberá R$ 1,2 milhão pelo contrato principal firmado com a emissora. Diferentemente do salário mensal que mantinha no auge da carreira, o valor agora é fechado por todo o período da competição, o que representa uma redução significativa se comparado aos cerca de R$ 5 milhões mensais que recebia na TV Globo.
Quanto Galvão pode faturar durante a Copa
O número, porém, está longe de representar o teto dos ganhos de Galvão durante o Mundial. Nos bastidores, a avaliação é de que o faturamento total pode ser até dez vezes maior, impulsionado por contratos de publicidade, ações comerciais e projetos especiais ligados à Copa.
A negociação envolve a N Sports, empresa da qual o narrador é sócio, o que amplia o potencial de receita fora do valor pago diretamente pelo SBT. Na prática, o salário fixo funciona como uma parte menor de um pacote financeiro bem mais robusto.
Somando o contrato com o SBT, estimado em até R$ 1,2 milhão, às ações publicitárias e ativações de marca, os ganhos totais podem facilmente ultrapassar a casa dos R$ 10 milhões ao longo do torneio, segundo projeções do mercado. Além disso, Galvão mantém vínculo com a Band, onde apresenta o programa Galvão e Amigos, com salário estimado em R$ 200 mil mensais, ao menos até o início do Mundial.
No SBT, ele dividirá a cobertura com Thiago Leifert, além de um time que inclui Mauro Beting, Nadine Bastos, Renata Saporito e Alexandre Pato. A emissora adquiriu os direitos de todos os jogos da Seleção Brasileira e das partidas decisivas do torneio, consolidando um investimento alto para disputar audiência com Globo e CazéTV.





