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Estudo sobre Ozempic e Mounjaro revela possível ligação com câncer

Por Eduardo Sant’Anna
28/11/2025
Estudo sobre Ozempic e Mounjaro revela possível ligação com câncer

Pixabay/Reprodução

Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego sugere que medicamentos populares como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, amplamente usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, podem estar associados a uma maior taxa de sobrevivência entre pacientes com câncer de cólon.

Segundo a pesquisa, publicada em novembro de 2025 no periódico Cancer Investigation, o uso dos chamados agonistas do receptor GLP-1 esteve ligado a uma redução superior a 50% no risco de morte cinco anos após o diagnóstico da doença.

Sobre o estudo

A equipe analisou informações de 6.871 pacientes com câncer de cólon, registradas no University of California Health Data Warehouse. Entre eles, estavam usuários e não usuários dos medicamentos do tipo GLP-1.

Os resultados mostraram que:

  • A mortalidade em cinco anos foi de 15,5% entre quem usava GLP-1,
  • Contra 37,1% no grupo que não utilizava os medicamentos,
  • Mesmo após ajustes para idade, IMC, gravidade do tumor e outras condições clínicas.

Além disso, os usuários desses remédios apresentaram menor risco de infarto e menos sinais de câncer avançado, como sepse.

Efeito mais forte entre pessoas com obesidade severa

Ao separar os pacientes por índice de massa corpórea, os pesquisadores perceberam que o benefício se concentrava nos pacientes com obesidade severa, nos quais o impacto foi descrito como “mais pronunciado”.

  • IMC normal: o uso dos medicamentos não alterou a taxa de sobrevivência.
  • Obesidade severa: houve efeito robusto tanto na sobrevivência quanto no tempo até a fatalidade.

O que pode explicar essa proteção?

Os medicamentos GLP-1 têm efeito considerado “biologicamente pleiotrópico”, ou seja, atuam em múltiplos sistemas do corpo. Além de ajudar no controle glicêmico e na perda de peso, eles:

  • Modulam a inflamação;
  • Alteram o esvaziamento gástrico;
  • Influenciam a fisiologia cardiovascular;
  • Podem interferir na biologia tumoral.

Entre as hipóteses levantadas pelos pesquisadores estão:

  • Redução da inflamação sistêmica;
  • Melhora metabólica que reduz estímulos para formação de tumores;
  • Possível ação direta no microambiente tumoral.

Estudos laboratoriais também observam efeitos anticâncer diretos, como indução de morte celular e remodelação tumoral.

Os resultados ainda não são conclusivos

Apesar dos dados animadores, o principal autor da pesquisa, Raphael Cuomo, Ph.D., afirma que o estudo é observacional e, portanto, não permite estabelecer relação de causa e efeito.A universidade destaca que a próxima etapa deve ser a realização de ensaios clínicos randomizados, especialmente para tumores relacionados à obesidade. Os pesquisadores também defendem a investigação de quais subgrupos de pacientes se beneficiam mais, e se há impacto semelhante em outros tipos de câncer.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Eduardo Sant’Anna

Eduardo Sant’Anna

Jornalista apaixonado por esportes. Experiência em redação, produção de textos e elaboração de pautas.

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