Na quarta-feira, 22, o governo dos Estados Unidos emitiu um alerta de segurança pedindo para que todos os cidadãos norte-americanos deixem o Líbano “imediatamente”. O comunicado foi emitido mesmo após o anúncio de cessar-fogo de 10 dias entre Israel e forças libanesas, o que mostra que o cenário ainda é de instabilidade na região.
O pedido foi realizado pela Embaixada dos Estados Unidos em Beirute, que afirmou que a saída deve ser feita enquanto houver voos comerciais disponíveis. Segundo as autoridades, existe um grande risco de terrorismo e sequestro na região.
A preocupação dos americanos surge devido a ocorrência de atos violentos e movimentações militares que seguem sendo feitas no país. Além disso, o cenário ainda é de muita tensão, pois o governo do Líbano diz que Israel continua realizando operações na região. Ao mesmo tempo, Tel Aviv confirma que está realizando ataques a alvos que têm conexão com o Hezbollah.
Estados Unidos também orientou saída do Irã
O governo americano também pediu para que os seus cidadãos deixem o Irã. Isso porque acredita-se que em breve as pessoas poderão ter dificuldade para sair do país, devido a restrições que podem ser impostas pelos iranianos.
Quando tudo começou
Com o obejtivo de impedir o desenvolvimento de armas nucleares e minar a capacidade militar do país, os Estados Unidos e Israel realizaram uma operação coordenada e lançaram uma ofensiva aérea massiva contra o Irã no dia 28 de fevereiro de 2026. O ataque surpresa, iniciado durante a madrugada, resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei, a principal autoridade religiosa e política do país, oficializando o início de um estado de guerra formal na região.
Após a investida inicial, a campanha militar ganhou escala com bombardeios contínuos em diversas frentes. A retaliação de Teerã não tardou, desencadeando uma onda de ataques com mísseis e drones direcionados a Israel e a instalações militares dos Estados Unidos.
Simultaneamente, a fronteira norte de Israel tornou-se um campo de batalha ativo com a entrada direta do Hezbollah no embate. O grupo militante libanês, principal aliado do Irã, iniciou disparos massivos contra o território israelense, provocando uma resposta imediata e severa das forças de defesa de Israel, que intensificaram o bombardeio contra bases e posições da organização dentro do Líbano.





