Uma descoberta mineral significativa foi anunciada em maio de 2025 na Cordilheira dos Andes, situada na fronteira entre a Argentina e o Chile. Exploradas pela Vicuña Corp., uma joint venture entre Lundin Mining e BHP, as jazidas revelam a presença de 32 milhões de onças de ouro, 12,8 milhões de toneladas de cobre e 659 milhões de onças de prata.
Conforme divulgado pelo portal Correio do Estado, pesquisas teriam revelado que as reservas de ouro, prata e cobre da região podem se aproximar dos R$ 900 bilhões em valor potencial.
Os projetos “Filo del Sol” e “Josemaría” estão diretamente associados a essa descoberta. Localizados na região do distrito Vicuña, a estimativa recente destaca a presença maciça de cobre, cujas aplicações industriais são vitais, especialmente na fabricação de veículos elétricos.
Essa afluência de metais preciosos tem potencial para tornar a região um polo minerador de renome mundial.
Transformação
Com investimentos já sendo direcionados à exploração dessas riquezas, espera-se um crescimento significativo na infraestrutura da região. A construção de estradas e melhorias logísticas acompanharão o desenvolvimento para extrair e transportar os recursos, gerando empregos e impulsionando a economia local.
Aumentar a integração econômica entre os países sul-americanos pode ainda fortalecer laços comerciais, estimulando um ciclo virtuoso de desenvolvimento compartilhado.
Efeito no Brasil
Apesar do Brasil não fazer parte diretamente dessa nova jazida, o impacto no comércio regional pode ser expressivo. As novas oportunidades no setor mineral e o fortalecimento das relações comerciais entre os países vizinhos são esperados, possibilitando um avanço econômico conjunto na região.
A descoberta na Cordilheira dos Andes, anunciada em 2025, começa a redefinir dinâmicas econômicas na América do Sul. Os projetos associados, já em desenvolvimento, continuarão a ser estudados para determinar sua exploração completa.





