Nesta sexta-feira, 22 de maio, o navio de cruzeiro MV Hondius, de bandeira holandesa, tornou-se o centro de um surto de hantavírus. Um tripulante que desembarcou em Tenerife e retornou aos Países Baixos foi diagnosticado com a infecção e colocado em quarentena. O surto contabiliza oficialmente 11 casos confirmados entre passageiros e tripulantes, resultando em três mortes.
A bordo do MV Hondius, estavam indivíduos de 23 nacionalidades diferentes. O navio havia partido das Ilhas Canárias e, após o surto, ancorou em Roterdã. Autoridades locais emitiram alertas devido ao risco de disseminação humana do vírus, destacando a potencial transmissão entre pessoas, fato raro para a cepa Andes do hantavírus.
Novo desafio a bordo
O MV Hondius, conhecido por cruzeiros de luxo, enfrentou o inédito desafio de conter infecções pelo hantavírus. Após as primeiras confirmações, passageiros foram desembarcados nas Ilhas Canárias, e o restante dos 27 tripulantes foi mantido em quarentena.
Profissionais de saúde acompanharam o navio até Roterdã, onde protocolos rigorosos de contenção foram aplicados.
Cepa Andes
A cepa Andes do hantavírus, geralmente transmitida por roedores selvagens, tem a capacidade rara de passar entre humanos. Este evento reacendeu preocupações globais.
Investigações continuam para entender o mecanismo de transmissão presenciado a bordo do cruzeiro.
Resposta internacional ao surto
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros órgãos internacionais responderam rapidamente ao incidente. Medidas de controle e prevenção foram intensificadas para evitar novos casos. A vigilância permanece forte, especialmente nas regiões endêmicas da cepa Andes.
Desde que o MV Hondius ancorou em Roterdã, equipes sanitárias avaliam cuidadosamente o cenário. Exames e monitoramentos buscam clareza sobre a transmissão entre humanos.





