O Ministério da Educação (MEC) impôs restrições a 52 faculdades de Medicina em 2026 após resultados insatisfatórios no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). As instituições não poderão admitir novos alunos, e há bloqueios nos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Esta medida visa garantir a qualidade na formação médica no Brasil.
Estes desdobramentos afetam principalmente faculdades privadas. O MEC estabeleceu que aquelas com conceitos 1 e 2 no Enamed sofrerão restrições, como a participação em programas de financiamento federal, buscando elevar a qualidade educacional.
Veja as instituições que, além de estarem impedidas de admitir novos alunos, ficaram com Conceito Enade 1 e menos de 30% dos concluintes proficientes:
- Universidade Estácio de Sá (Angra dos Reis – RJ)
- União de Faculdades de Grandes Lagos (São José do Rio Preto – SP)
- Centro Universitário de Adamantina (Adamantina – SP)
- Faculdade de Dracena (Dracena – SP)
- Centro Universitário Alfredo Nasser (Aparecida de Goiânia – GO)
- Faculdade Metropolitana (Cáceres – MT)
- Centro Universitário Uninorte (Porto Velho – RO)
- Centro Universi (Cáceres – MT)
A fiscalização também incluiu universidades públicas, mas todas estão aptas a receber novos ingressos. A intenção do MEC é assegurar que todas as instituições mantenham padrões rigorosos de ensino.
Rigor das medidas
As ações incluem a suspensão de novos contratos e ingresso de estudantes em cursos com conceitos baixíssimos. A meta é corrigir o rumo dos cursos que apresentaram desempenho preocupante, assegurando uma formação que atenda às necessidades do setor de saúde.
As medidas destacam a relação entre ensino médico de qualidade e a eficácia do sistema de saúde. A formação de profissionais competentes é crucial para atender às demandas crescentes por atendimento de saúde seguro e eficaz no país.





