Durante a exibição dos jogos da Copa do Mundo de 2026, no Brasil, o uso de aplicativos de transporte teve variações significativas, impactando usuários e motoristas. Durante os jogos da seleção brasileira, houve uma queda notável no volume de corridas.
Nos momentos pré-jogo, a busca por transporte por aplicativos cresceu cerca de 18% em comparação ao normal, indicando a tentativa de chegada antecipada dos torcedores aos locais onde assistiriam às partidas. Já durante os jogos propriamente ditos, o número de corridas caiu consideravelmente, refletindo a prioridade dada ao evento esportivo.
A diminuição da demanda durante as partidas foi acompanhada por uma redução na atividade dos motoristas, que também optaram por assistir aos jogos. Esse comportamento é especialmente observado nas principais cidades brasileiras, onde o trânsito e mobilidade urbana são notoriamente afetados por grandes eventos.
A escolha dos motoristas de pararem suas atividades durante as partidas levou a um cenário onde a oferta de corridas também se tornou limitada.
Como o fim dos jogos muda tudo
Após o término das partidas, a situação se transforma novamente. Há um aumento no volume de corridas de aplicativos, com altas de aproximadamente 10,2% na demanda.
Isso ocorre enquanto os motoristas retornam gradualmente ao trabalho, com um crescimento de 2,4% na oferta de transporte. Esse fenômeno destaca a mobilidade do público, que busca comemorar, retornar para casa ou encontrar amigos após os jogos.
A variação na demanda influencia o setor de mobilidade urbana. As empresas de tecnologia que operam aplicativos de transporte adaptam suas estratégias para mitigar esses impactos, investindo em promoções fora do horário dos jogos. Com o seguimento da Copa do Mundo de 2026, espera-se que o padrão de comportamento observado permaneça semelhante.





