O fim da vida na Terra é um tema frequente entre especialistas e até mesmo a população em geral, gerando inclusive enredos para filmes. Mas afinal, como será que irá acontecer o fim do mundo? A teoria que geralmente é mais reforçada é que haverá uma explosão por meio de asteroides que atingiram o planeta. No entanto, pesquisas da NASA têm mostrado outro cenário.
Primeiramente, não existe uma data exata para o fim da vida na Terra. O que há de fato é uma série de alterações no planeta ao longo de bilhões de anos e que vão culminar no fim da humanidade.
De acordo com o portal MSN, as projeções apontam para a evolução do Sol, que tem a tendência de aumentar sua luminosidade e elevar o aquecimento gradual do planeta. No período de aproximadamente 1 bilhão de anos, esse processo pode fazer com que os oceanos evaporem e a atmosfera seja totalmente modificada, impedindo que haja vida no planeta.
As alterações acontecem gradualmente
Segundo os estudos, as alterações estão ocorrendo de forma gradual, o que vem modificando aspectos importantes para a vida humana, como a temperatura, atmosfera e até mesmo a própria radiação solar.
Outro ponto importante é que daqui a 5 bilhões de anos o sol deve entrar na fase de gigante vermelha. Assim, a Terra corre o risco de ser engolida ou ter sua estrutura totalmente alterada.
Dessa forma, a teoria de que haverá uma grande explosão e um fim abrupto da vida na Terra é descartada. O que vem sendo destacado pela ciência é justamente um processo gradual, no qual o planeta vai se deteriorando aos poucos até se tornar inabitável.
Diante disso também é importante levar em consideração todos os alertas em relação a questões de aquecimento global e outras ações humanas que prejudicam o planeta e que podem colaborar para mudanças na atmosfera.





