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Nova classe de trabalhadores agora terá direito ao regime CLT

Por Julia da Silva
10/04/2026
Nova classe de trabalhadores agora terá direito ao regime CLT

Créditos: Arquivo/Agência Brasil

Uma decisão recente da Justiça do Trabalho pode marcar uma mudança importante para quem atua em aplicativos no Brasil. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), em São Paulo, reconheceu que motoristas de app podem ser enquadrados como trabalhadores avulsos em plataformas digitais — um modelo intermediário que garante direitos da CLT, mesmo sem vínculo empregatício tradicional.

O caso envolve um motorista da plataforma 99, que acionou a Justiça pedindo reconhecimento de vínculo formal. Embora o pedido de emprego com carteira assinada tenha sido negado, o tribunal entendeu que o trabalhador também não pode ser tratado como totalmente autônomo.

Trabalhador de aplicativo CLT: o que muda na prática

A decisão cria um novo entendimento jurídico para o chamado trabalhador de aplicativo CLT, ainda que não seja no formato clássico. Isso porque o modelo reconhece que, apesar da flexibilidade, existe dependência econômica e regras impostas pelas plataformas.

Com isso, o motorista passou a ter direito a benefícios previstos na legislação trabalhista, como:

  • 13º salário
  • férias remuneradas
  • FGTS com multa de 40%
  • aviso-prévio
  • pagamento de verbas rescisórias

Na avaliação do tribunal, o modelo de trabalho por aplicativo apresenta características próprias: o profissional pode escolher quando se conectar, mas segue diretrizes da empresa e depende da plataforma para obter renda.

A relatora do caso destacou que essa solução busca equilibrar inovação tecnológica com proteção social, evitando que trabalhadores fiquem sem direitos básicos.

A decisão ainda pode ser contestada, mas já é vista como um precedente relevante em meio ao debate sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos no país.

Especialistas apontam que o tema deve avançar nos próximos anos, com possíveis mudanças na legislação. Enquanto isso, decisões judiciais como essa indicam uma tendência: reconhecer que novas formas de trabalho exigem novas formas de proteção.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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