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O cérebro não “desliga” de imediato: médicos explicam o que você sente ao morrer

Por João Carlos Gomes
24/03/2026
O cérebro não “desliga” de imediato: médicos explicam o que você sente ao morrer

Foto: Joshua Chehov/Unsplash

Embora a tanatofobia (medo da morte) seja considerada um dos medos mais fundamentais e universais da humanidade, a sensação de estar morrendo desperta curiosidade em muitas pessoas, que buscam entender como funciona o processo.

Para muitas pessoas, ele se resume a um simples “apagão” do cérebro que desativa o corpo de forma súbita. Todavia, de acordo com especialistas, o corpo passa por diferentes etapas quando está em fase terminal.

Baseando-se em casos de diversos pacientes que vivenciaram situações semelhantes, médicos e enfermeiros ressaltam que, na maioria das vezes, a morte é um processo progressivo que se divide entre os seguintes estágios:

  • Perda da fome e da sede: pacientes deixam de ingerir alimentos e líquidos, pois o corpo já não exige mais abastecimento;
  • Relaxamento intenso: o corpo começa a poupar energia, levando a uma diminuição progressiva da consciência e fadiga extrema;
  • Sonhos: pesquisas indicam que uma parcela significativa de pacientes têm sonhos com conteúdos emocionalmente próximos;
  • Sono pesado: por conta do avanço da perda de consciência, acordar quem está perto de morrer se torna cada vez mais difícil;
  • Coração: aos poucos, o coração começa a bater com menos força, afetando a circulação dos demais órgãos;
  • Cérebro: lutando para conservar energia, o cérebro morre lentamente, o que resulta na perda dos “freios” da consciência;
  • Respiração: a respiração se torna irregular e superficial, indicando relaxamento profundo e resultando no chamado “ronco da morte”. No fim, a morte ocorre praticamente sem nenhuma dor ou sofrimento.

Cérebro fica mais ativo antes de morrer

Mesmo trabalhando com pouca energia no momento da morte, especialistas apontam que o cérebro ainda pode apresentar atividade intensa nos momentos finais dos pacientes, influenciado por uma liberação excessiva de neurotransmissores.

Dessa forma, ao morrer, muitos podem vivenciar uma última experiência consciente, que consiste principalmente em uma revisão de memórias intensas ou a ocorrência de alucinações visuais, como a conhecida “luz” no fim do caminho.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
João Carlos Gomes

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, fã de música e apaixonado pela profissão que, diariamente, se dedica a atualizar os leitores do TNH1.

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