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O que apareceu na Antártida surpreendeu até os melhores cientistas

Por Matheus Chaves
22/04/2026
Antártida cheia de gelo

Imagem: Wirestock/Freepik

Um fenômeno raro registrado na Antártida chamou a atenção da comunidade científica e viralizou nas redes: a formação de um “anel de fogo” no céu, visível em uma das regiões mais isoladas do planeta. Apesar do impacto visual e do tom alarmista que circulou na internet, a explicação é bem conhecida, trata-se de um eclipse solar anular.

O evento ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não consegue cobrir completamente a estrela. Como resultado, forma-se um anel luminoso ao redor da Lua, criando o efeito que parece um círculo de fogo no céu.

O que torna o episódio ainda mais curioso é o local onde ele foi observado. Diferente de outros eclipses, esse só pôde ser visto de forma completa em áreas remotas da Antártida, o que contribuiu para o mistério e a repercussão nas redes sociais.

Eclipse
Ilustração de um eclipse alunar (Imagem: Kjpargeter/Freepik)

“Anel de fogo” não representa risco

Apesar do susto inicial causado pelas imagens, cientistas são categóricos: o fenômeno não representa qualquer ameaça à Terra. No entanto, para observá-lo é necessário utilizar filtros adequados, como óculos de eclipse certificados. O eclipse solar anular é um evento natural e previsível, estudado há décadas pela astronomia. Ele não tem qualquer relação com eventos catastróficos.

Por que o fenômeno impressiona tanto

Mesmo sendo conhecido pela ciência, o “anel de fogo” continua impressionando por sua raridade e pelo efeito visual incomum. A combinação de alinhamento preciso entre Sol, Lua e Terra, somada à visibilidade restrita, faz com que cada ocorrência seja tratada como um evento especial, principalmente quando ocorre em locais extremos como a Antártida.

Próximos eventos já têm data

Esse tipo de eclipse não é único, mas também não é frequente. Segundo especialistas, novos episódios devem ocorrer nos próximos anos, com trajetórias diferentes ao redor do planeta.

Isso significa que o fenômeno deve voltar a ser observado, inclusive com possibilidade de visibilidade maior em outras regiões no futuro. De acordo com o Governo do Brasil, por exemplo, em 6 de fevereiro de 2028 haverá um outro eclipse anular visível no país.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Matheus Chaves

Matheus Chaves

Jornalista e produtor de conteúdo com mais de nove anos de experiência em comunicação digital, produção editorial e jornalismo online.

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