A Coreia do Norte testou um motor de míssil com potencial para atingir os Estados Unidos em março de 2026. Kim Jong-un participou do teste, que usou um motor de combustível sólido, um avanço para a capacidade militar do país.
Esse teste ocorreu em um local não divulgado, conforme a mídia estatal norte-coreana. Este desenvolvimento é parte do esforço contínuo de Pyongyang para fortalecer seu arsenal nuclear, aumentando a preocupação internacional.
O motor testado apresenta um empuxo máximo de 2.500 quilonewtons, superando testes anteriores. Ele utiliza material composto de fibra de carbono, um fator que eleva a eficiência e potência.
O uso de combustível sólido reduz o tempo de preparação, complicando a detecção antes do lançamento. A meta é aumentar a capacidade de ogivas múltiplas, superando defesas antimísseis como as dos EUA.
Avanços tecnológicos e estratégia militar
A escolha por combustível sólido é estratégica, pois facilita a mobilidade e rapidez no lançamento. Essas características dificultam a interceptação.
O desenvolvimento visa reforçar a posição da Coreia do Norte como uma potência nuclear, um objetivo claro de Kim Jong-un. O avanço do programa de mísseis é observado com cautela pela comunidade internacional, que considera as implicações para a segurança global.
Contexto internacional
O teste acontece após as falhas das negociações nucleares com os EUA em 2019. Desde então, a Coreia do Norte intensifica seus esforços militares, exibindo regularmente suas capacidades em testes de mísseis balísticos intercontinentais.
Especialistas ainda veem desafios, como a reentrada das ogivas na atmosfera. A comunidade internacional permanece atenta, enquanto a Coreia do Norte avança com seu programa.





