No dia 30 de maio, foi ao ar mais um episódio do programa “De cara com o cara”, na Romário TV, no YouTube. Na ocasião, o Baixinho entrevistou nada mais, nada menos que o histórico ex-goleiro do Real Madrid e parceiro de Cristiano Ronaldo entre 2009 e 2015 na equipe merengue, Iker Casillas. No bate-papo, o espanhol abriu o jogo e deixou claro que considera Lionel Messi superior a CR7.
Isso porque, ao ser perguntado por Romário sobre qual jogador lhe deu mais trabalho, ele afirmou ter sido o argentino. Na sequência, o ex-centroavante do Tetra reforçou a pergunta, fazendo-o escolher explicitamente entre o craque de Rosário e o português, definindo quem lhe proporcionou o maior nível de dificuldade.
Casillas explicou que essa era uma escolha complicada porque enfrentava Cristiano Ronaldo na maioria das vezes nos treinamentos, embora também já o tivesse encarado em confrontos pela Seleção da Espanha contra a de Portugal. Por outro lado, os duelos contra Messi eram mais frequentes, já que o camisa 10 defendia o Barcelona, rival direto do Real Madrid. Mesmo assim, levando em consideração os embates que teve contra ambos, ele reafirmou que o jogador argentino foi quem lhe deu mais trabalho em campo.
Cristiano Ronaldo e Messi, a eterna discussão sobre quem é melhor
Cristiano Ronaldo e Messi jogaram em uma época na qual os dois proporcionaram, muito provavelmente, a maior rivalidade entre dois atletas na história do futebol. Enquanto o português defendia as cores do Real, o argentino atuava pelo Barcelona. Os dois disputam ano a ano a artilharia de competições importantes, como a Champions League e o Campeonato Espanhol.
Durante mais de uma década, praticamente toda temporada terminava com comparações envolvendo número de gols, assistências, premiações individuais e conquistas coletivas.
Outro fator que ampliou essa rivalidade foi o contraste de perfis. Enquanto Messi construiu a imagem de um jogador mais ligado à criatividade, visão de jogo e capacidade técnica refinada, Cristiano Ronaldo consolidou uma trajetória marcada por transformação física, intensidade competitiva e alto volume de gols.
Essa combinação ajudou a alimentar debates permanentes entre torcedores, especialistas e ex-jogadores, fazendo com que a comparação continuasse relevante mesmo após ambos deixarem o auge do futebol europeu.





