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Pequeno animal marinho é capaz de criar uma bolha na água mais quente que o Sol e destruir presas

Por Jhonatan Muniz
15/02/2026
Pequeno animal marinho é capaz de criar uma bolha na água mais quente que o Sol e destruir presas

Imagem: Reprodução/unsplash

Com apenas 3 a 5 centímetros, um pequeno crustáceo é capaz de gerar um dos fenômenos mais extremos já observados na natureza. O camarão-pistola, também conhecido como camarão-de-estalo, consegue criar uma bolha subaquática com temperatura comparável à da superfície do Sol, suficiente para atordoar ou matar presas em frações de segundo.

Uma arma que não toca a presa

Diferente do que parece, o camarão-pistola não usa força bruta direta. Ele possui uma garra maior e assimétrica, adaptada como uma verdadeira pistola hidráulica. Ao fechá-la em altíssima velocidade, cerca de 100 km/h, o animal dispara um jato de água que gera uma bolha de cavitação.

Essa bolha se forma quando a pressão cai abruptamente, fazendo a água vaporizar localmente. Em seguida, ela implode, liberando uma onda de choque capaz de incapacitar pequenos peixes e invertebrados a curta distância.

Calor, som e até luz

Durante a implosão, ocorre um fenômeno raro chamado sonoluminescência. A temperatura dentro da bolha pode chegar a 4.400 °C a 5.500 °C, valores semelhantes aos da superfície do Sol. A pressão extrema cria, por microssegundos, um plasma microscópico, o quarto estado da matéria.

Além do calor, o estalo produzido pode atingir até 218 decibéis na água, tornando o camarão-pistola um dos animais mais barulhentos do oceano proporcionalmente ao seu tamanho. Em recifes tropicais, colônias inteiras geram um “chiado” constante detectado por hidrofones.

Importância ecológica

O camarão-pistola ocupa um papel importante nos ecossistemas costeiros. Ele atua como predador de pequenos invertebrados e também como presa de peixes maiores. Em muitas regiões, vive em simbiose com peixes gobídeos, dividindo tocas escavadas no fundo arenoso.

Onde ele vive

A espécie é encontrada em regiões tropicais e subtropicais ao redor do mundo, habitando recifes de corais, estuários e bancos de ostras. No Brasil, há registros de espécies como o Alpheus armatus, frequentemente associadas a anêmonas.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Jhonatan Muniz

Jhonatan Muniz

Profissional da área de Comunicação, formado em Jornalismo, com experiência em comunicação interna, endomarketing, produção de conteúdo corporativo e notícias.

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