Um erro de identidade custou caro ao estado do Havaí. Joshua Spriestersbach, 54 anos, foi erroneamente preso e passou mais de dois anos em uma instituição psiquiátrica.
As autoridades o confundiram com Thomas R. Castleberry, um criminoso procurado. Este incidente resultou em uma indenização de aproximadamente R$ 4,8 milhões, concedida a ele pela cidade e condado de Honolulu.
Prisão e internação indevidas
Em 2017, Spriestersbach foi detido enquanto dormia perto de um abrigo para desabrigados. Apesar de insistir que era um engano, ele foi mantido sob custódia por 32 meses.
Durante esse tempo, passou quatro meses preso e 28 internado em uma instituição mental. O erro permaneceu até 2020, quando finalmente suas impressões digitais divergentes foram verificadas, comprovando sua verdadeira identidade.
Diligências legais em curso
O caso veio à tona por uma confusão anterior em que Spriestersbach usou o sobrenome do avô. Isso levou a uma ligação errada com um mandado de prisão ativo.
Ele ajuizou processos contra várias agências governamentais, incluindo a polícia e o escritório de defensoria pública, por violação de direitos civis e falsa prisão. Além da indenização principal, há a possibilidade de receber outra indenização em outro processo.
O caso levanta sérias perguntas sobre procedimentos de identificação e direitos civis. A situação de Spriestersbach destaca deficiências no sistema judiciário dos EUA. Documentos comprovam os erros que levaram à sua detenção prolongada e punições legais estão em andamento.





