Desde julho de 2022, nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já está em curso no Brasil. Contudo, a substituição está acontecendo de forma gradativa e o tradicional RG ainda está válido e sendo aceito em aeroportos, rodoviárias e viagens internacionais.
O RG antigo continuará sendo aceito como documento de identificação em todo o território nacional até 28 de fevereiro de 2032. A partir de 1º de março daquele ano, apenas a CIN será considerada válida como identidade civil no Brasil.
O que muda com a nova Carteira de Identidade Nacional
Mesmo os RGs que já trazem o número do CPF seguem sendo classificados como modelo antigo. A principal inovação da CIN é justamente a adoção do CPF como número único de identificação, além da padronização nacional, novos elementos gráficos e um QR Code que permite validação eletrônica do documento.
Até o fim do período de transição, o RG tradicional pode ser usado normalmente em embarques nacionais, desde que esteja em bom estado de conservação e permita a identificação do titular.
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH), por sua vez, não será substituída pela CIN. Ela segue válida como documento de identificação dentro do Brasil e continua sendo aceita em voos domésticos, inclusive em versão digital. No entanto, a CNH não pode ser usada para imigração internacional nem para entrada em países do Mercosul.
Em viagens aéreas dentro do Brasil, são aceitos RG, CIN, CNH e passaporte válido. Já para países do Mercosul, como Argentina, Uruguai e Chile, é obrigatório apresentar documento físico de identidade — RG ou CIN. A versão digital não substitui o documento impresso nesses casos.
Para destinos fora do Mercosul, o passaporte continua sendo obrigatório. A recomendação das autoridades é providenciar a CIN com antecedência, evitando contratempos em aeroportos, rodoviárias e postos de fronteira.





