A segurança das colheres de pau está sob crescente escrutínio. Especialistas em segurança alimentar alertam sobre a higienização inadequada desses utensílios antigos. A madeira é porosa e retém umidade e resíduos, o que aumenta o risco de proliferação de bactérias e fungos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamenta que utensílios de cozinha sejam feitos de materiais não porosos e fáceis de limpar.
A colher de pau tem uma origem ancestral e universal, surgindo há milênios como um dos primeiros utensílios culinários, popularizado na Roma Antiga e por diversas civilizações.
Preocupações regulatórias
A restrição ao uso de utensílios de madeira não se limita às diretrizes nacionais. Esta mudança se dá pela busca por maior segurança alimentar. As irregularidades desses materiais tornam as cozinhas públicas e privadas potencialmente mais perigosas em termos de contaminação alimentar.
Para adotar práticas mais seguras, especialistas recomendam a substituição das colheres de pau por utensílios de silicone ou aço inoxidável. Esses materiais são resistentes e higienicamente superiores, proporcionando menor risco de contaminação cruzada. Além disso, são mais duráveis e fáceis de limpar, atendendo aos padrões regulamentares para utensílios de cozinha seguros.
A mudança dos utensílios de madeira para materiais mais seguros não é apenas uma tendência, mas uma necessidade identificada. A introdução dessas normas visa reduzir a proliferação de micro-organismos nos ambientes culinários, promovendo maior segurança alimentar para cozinheiros domésticos e profissionais.





