As primeiras unidades do Implanon, um implante subdérmico contraceptivo que libera etonogestrel, foram incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) em outubro de 2025. O objetivo é beneficiar 100 mil mulheres até 2026, ampliando o acesso a métodos contraceptivos eficazes no Brasil.
O investimento gira em torno de R$ 224 milhões, com um plano de distribuir 1,8 milhão de dispositivos até 2026. O método contraceptivo já está sendo ofertado nos municípios.
O Ministério da Saúde começou a distribuição do Implanon em outubro de 2025, direcionando-o ao SUS em todos os estados e no Distrito Federal. A chegada desse método contraceptivo visa prevenir gravidezes não planejadas, além de melhorar a saúde reprodutiva das brasileiras.
Contracepção avançada
O Implanon tem eficácia prolongada de três anos sem necessidade de manutenção. Sua introdução no SUS representa um avanço na abrangência dos métodos contraceptivos disponíveis.
A logística de distribuição foi cuidadosamente planejada, garantindo que os dispositivos estejam disponíveis para grupos prioritários.
Profissionais qualificados
Capacitar profissionais é uma prioridade na implementação do Implanon. O Ministério da Saúde promoveu oficinas para treinamentos específicos, focando na inserção correta do implante.
Gestores também participaram para garantir uma estratégia bem coordenada de introdução do método nas regiões mais necessitadas.
A adoção do Implanon pode ter efeitos significativos na redução de gravidezes indesejadas e na mortalidade materna. A distribuição desse novo método contraceptivo é um passo significativo em direção à diversificação dos métodos oferecidos pelo SUS.





