A partir de fevereiro de 2026, milhões de brasileiros vão contar com um reforço importante no orçamento: o pagamento do abono salarial PIS/Pasep, liberado sempre no dia 15 de cada mês, conforme o calendário oficial.
O benefício, coordenado pelo Governo Federal do Brasil, funciona como uma renda extra anual para trabalhadores de baixa renda e é aguardado por quem pretende quitar dívidas, organizar as finanças ou formar uma reserva.
Quem recebe, quanto vai ganhar e como sacar o PIS/Pasep em 2026
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, cerca de R$ 33,5 bilhões devem ser pagos em 2026 a aproximadamente 26,9 milhões de pessoas, o que reforça o papel do abono na distribuição de renda e no aquecimento da economia.
O PIS é destinado a trabalhadores da iniciativa privada, enquanto o Pasep atende servidores públicos. Para ter direito ao benefício em 2026, é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024, recebido remuneração média mensal de até dois salários mínimos e ter os dados corretamente informados pelo empregador na RAIS ou no eSocial.
O valor do abono é proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base. O cálculo considera o salário mínimo de 2026, estimado em R$ 1.621. Quem trabalhou os 12 meses recebe o valor integral; períodos iguais ou superiores a 15 dias contam como mês cheio.
O calendário prevê pagamentos no dia 15, conforme o mês de nascimento do trabalhador, começando em fevereiro. A consulta poderá ser feita a partir de 5 de fevereiro pelos aplicativos Carteira de Trabalho Digital, Caixa Trabalhador ou Caixa Tem, com login pelo Gov.br.
O pagamento é realizado pela Caixa Econômica Federal, com depósito automático para correntistas, crédito em poupança social digital ou saque presencial.





