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Variante letal da Covid surgida na África preocupa especialistas e está avançando pelo mundo

Por Julia da Silva
30/03/2026
Variante letal da Covid surgida na África preocupa especialistas e está avançando pelo mundo

Créditos: Freepik

Uma nova variante do coronavírus, identificada como BA.3.2 e apelidada de “Cicada”, passou a chamar a atenção de autoridades de saúde em diferentes países.

Detectada inicialmente na África do Sul, a cepa já foi registrada em ao menos 23 nações e apresenta um número elevado de mutações, o que levanta dúvidas sobre seu potencial de disseminação e impacto na imunidade global. As informações foram divulgadas pelo UOL.

Variante “Cicada” acende alerta global

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Classificada como uma linhagem altamente divergente do Sars-CoV-2 pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a BA.3.2 concentra entre 70 e 75 mutações na proteína spike — estrutura essencial para a entrada do vírus nas células humanas. Esse volume incomum de alterações genéticas tem sido apontado como um dos principais fatores de preocupação entre especialistas.

O apelido “Cicada” faz referência ao comportamento das cigarras, que permanecem longos períodos ocultas antes de reaparecerem em grande número — uma analogia ao padrão observado na variante, que teria circulado de forma discreta antes de registrar crescimento nas detecções a partir de setembro de 2025.

Apesar do avanço internacional, o Brasil ainda não confirmou casos da nova cepa. O monitoramento ocorre por meio de vigilância genômica, análise de amostras de esgoto e testagem de viajantes.

Até o momento, não há evidências de que a BA.3.2 cause quadros mais graves de Covid-19. Os sintomas relatados seguem o padrão de variantes recentes, incluindo dor de garganta, tosse, febre, fadiga e, em alguns casos, manifestações gastrointestinais.

Especialistas, no entanto, alertam para a possibilidade de maior transmissibilidade e eventual redução da eficácia das vacinas atuais, desenvolvidas com base em sublinhagens anteriores da Ômicron. A recomendação segue sendo manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre grupos de maior risco.

Autoridades reforçam que o cenário exige vigilância contínua, mas sem alarde, enquanto estudos avaliam o real comportamento da variante.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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