A disputa pelo Oscar 2026 já começou e, apesar de algumas vozes pessimistas em Hollywood questionarem se houve filmes suficientes para preencher as dez vagas de Melhor Filme, o cenário está longe de ser fraco.
O que existe, segundo especialistas, é um grupo pequeno de favoritos muito sólidos, seguido de um bloco mais irregular de aspirantes — muitos deles marcados por bilheterias tímidas e recepções mornas.
Corrida segue indefinida e mistura blockbusters, produções independentes e 2 filmes brasileiros
Entre os títulos mais comentados estão dois grandes sucessos populares: “Uma Batalha Após a Outra” e “Pecadores”, que chegaram aos cinemas com forte aprovação de público e crítica.
Eles dividem espaço com dramas emocionais como “Hamnet”, dirigido por Chloé Zhao, e o escandinavo “Valor Sentimental”, que já conquistou atenção em festivais internacionais. Outro nome quente é “Marty Supreme”, ainda inédito, mas impulsionado pela atuação elogiada de Timothée Chalamet.
A temporada também abre portas para filmes ousados de outros países. O brasileiro “O Agente Secreto”, após boa passagem por Cannes, surge como forte aposta tanto em Melhor Filme Internacional quanto em categorias principais. Outros representantes nacionais que buscam espaço incluem “O Último Azul”, “Manas”, “Baby”, “Kasa Branca” e “A Melhor Mãe do Mundo”.
Hollywood também aposta alto em franquias. “Wicked: Parte 2” e “Avatar: Fogo e Cinzas” tentam seguir o caminho de indicações de seus antecessores, embora críticas divididas tenham diminuído o embalo das continuações. Já a Netflix chega com quatro produções, sendo “Casa de Dinamite”, de Kathryn Bigelow, e “Frankenstein”, de Guillermo del Toro, as mais comentadas.
Comédias, musicais e filmes independentes também figuram na corrida. De “Bugonia” a “Jay Kelly”, passando pelo musical “O Testamento de Ann Lee”, o Oscar 2026 promete uma lista variada e imprevisível. As indicações oficiais saem apenas em janeiro, mas a maratona de apostas já está pegando fogo.





