Apitar a partida de abertura de uma Copa do Mundo é uma das maiores honrarias da arbitragem internacional. Em 2026, essa responsabilidade ficou com o brasileiro Wilton Pereira Sampaio, escolhido pela Fifa para comandar o duelo inaugural entre México e África do Sul no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México. Além do prestígio, a convocação também representa uma remuneração expressiva.
Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Mirror, os árbitros principais selecionados para o Mundial receberão cerca de 75 mil euros apenas pela participação no torneio. Na cotação atual, o valor equivale a aproximadamente R$ 520 mil.
O montante é considerado um dos maiores já pagos pela Fifa à equipe de arbitragem de uma Copa do Mundo. No entanto, os ganhos podem ser ainda maiores ao longo da competição, especialmente para aqueles que avançarem para partidas decisivas.
Pagamento pode ultrapassar meio milhão de reais
De acordo com a publicação inglesa, os árbitros escalados para jogos de maior relevância, como quartas de final, semifinais e a grande decisão, recebem bônus adicionais. Com isso, alguns profissionais poderão ultrapassar a marca de US$ 100 mil em remuneração total durante o torneio.
A Copa do Mundo de 2026 também reúne o maior quadro de arbitragem da história da competição. Ao todo, a Fifa convocou 52 árbitros de campo, 88 assistentes e 30 profissionais responsáveis pelo VAR. O Brasil conta com nove representantes na equipe selecionada.
Além de Wilton Pereira Sampaio, nomes como Ramon Abatti Abel e Raphael Claus também integram o grupo de árbitros brasileiros presentes no Mundial.
Os valores pagos pela Fifa chamam atenção quando comparados aos recebidos em competições nacionais. Um árbitro credenciado pela entidade internacional recebe cerca de R$ 7,6 mil por partida do Campeonato Brasileiro. Mesmo atuando durante todas as rodadas da Série A, o rendimento anual ficaria abaixo da remuneração garantida pela participação na Copa do Mundo.





