Flávio Gomes de Barros
A eleição deste ano em Alagoas já está sendo avaliada como a mais cara da História.
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O primeiro indicativo disso é que a pré-campanha se transformou em campanha antecipada, pois desde quatro de abril dois dos principais personagens - Renan Calheiros Filho (MDB) e JHC (PSDB) - tiveram de se desincompatibiizar do Ministério dos Transportes e da Prefeitura de Maceió, respectivamente, e foram direto para as ruas.
Na prática isso significa muito dinheiro em jogo para montagem da infraestrutura e dos acerto$ para manter a base aliada e conquistar reforço$.
Renanzinho e JHC contam em seu favor com a estrutura administrativa do Estado e da prefeitura e, em ambas as situações, pesam bastante na soma das despesas, os custos com servidores comissionados e terceirizados, locação de veiculos e equipamentos, combustível, etc...
Tudo isso pago pelo erário ou "viúva" - como queiram denominar a sangria dos cofres públicos.
E a campanha está apenas começando. À medida que a data da eleição vai se aproximando, vão aumentando a expectativa e as despesas dos candidatos. Muitos certamente não terão fôlego para chegar à reta final.
Mas não há quase nada, em termos financeiros, que um agiota não consiga resolver...
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