Caso Jeff Machado: suspeito do crime foi preso sem barba e aparentemente mais magro

Publicado em 15/06/2023, às 16h10
Bruno de Souza Rodrigues antes e depois da prisão pela morte do ator Jeff Machado | Reprodução -

g1

O suspeito da morte de Jeff Machado foi encontrado por agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Vidigal, na Zona Sul do Rio, com uma aparência diferente. A prisão de Bruno de Souza Rodrigues aconteceu nesta quinta-feira (15). Ele está aparentemente mais magro e sem a barba com a qual aparece nos cartazes que pediam informações.

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Bruno foi encontrado em uma ação conjunta com a Polícia Civil. Foram duas semanas de buscas desde que a prisão foi decretada. O outro suspeito do assassinato, Jeander Vinícius, foi preso no dia 2 de junho.

O corpo de Jeff foi encontrado em um baú enterrado a 2 metros de profundidade e coberto de concreto em um casebre em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, no dia 24 de maio.

Bruno foi levado para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e ficou o tempo todo de cabeça baixa enquanto era conduzido pelos policiais.

Nesta semana, o Disque Denúncia anunciou uma recompensa de R$ 1 mil por pistas de Bruno. Na foto usada no cartaz, ele aparece com barba.

Na semana passada, a Justiça do Rio negou um pedido de habeas corpus para que Bruno aguardasse a conclusão do inquérito policial em liberdade.

Tráfico indicou o paradeiro - O g1 apurou que o tráfico de drogas que domina o Vidigal avisou a policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade onde Bruno estava ao perceber a movimentação de agentes pela favela.

Até então, o Comando Vermelho não sabia que Bruno tinha ido ao Vidigal. Tão logo viu a polícia chegando à entrada, porém, a chefia do tráfico mandou fazer uma rápida apuração e descobriu onde o suspeito se encontrava.

Segundo a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), Bruno estaria há pelo menos 5 dias no Vidigal. Há 4 dias os investigadores iniciaram um monitoramento e nesta quinta-feira deflagraram a operação para prendê-lo.

“Ele estava entrando e saindo da comunidade, andando por diversos bares do Rio de Janeiro”, afirmou a delegada Ellen Souto.

Segundo Ellen, Bruno vendeu uma casa e recebeu uma entrada de dinheiro para se sustentar na fuga.

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