por Júlia Fernandes
Quando o assunto é emagrecimento, é comum acreditar que quanto menos se come, mais rápido os resultados aparecem. Mas essa lógica nem sempre funciona e pode até prejudicar a saúde quando há uma restrição alimentar excessiva.
O emagrecimento saudável não depende apenas da quantidade de calorias consumidas, mas também da qualidade da alimentação, das necessidades individuais e da capacidade de manter uma rotina alimentar adequada.
Comer muito pouco pode favorecer o cansaço, a fome constante, a irritabilidade e a queda no rendimento físico. Além disso, uma estratégia alimentar mal planejada pode dificultar a preservação da massa muscular, comprometendo a composição corporal.
Por isso, emagrecer não deve significar simplesmente ver o número da balança diminuir. É importante considerar outros indicadores, como a evolução da composição corporal, a disposição, a força e o bem-estar.
Cada pessoa tem necessidades diferentes, influenciadas pela rotina, pelo nível de atividade física, pelo sono e pelas condições de saúde. Por isso, o planejamento alimentar deve ser individualizado, respeitando essas particularidades.
O objetivo não é comer o mínimo possível, mas encontrar uma estratégia que favoreça a redução de gordura sem negligenciar a saúde. O acompanhamento nutricional ajuda a construir esse caminho de forma equilibrada, consciente e adequada à realidade de cada pessoa.
Júlia Fernandes - nutricionista
@juliabfernandes
LEIA MAIS