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Jovem é acusada de homicídio após o parceiro morrer em jogo de roleta-russa durante preliminares sexuais

Publicado em 17/08/2026, às 23h50
- Reprodução/Facebook (Virginia Beach Police Department)

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Uma jovem de 19 anos da Virgínia (EUA) foi presa e acusada de homicídio culposo depois que o seu parceiro — com quem mantinha uma relação que ela descrevia como "amizade colorida" — foi morto a tiro durante preliminares sexuais envolvendo facas e armas de fogo, situação que investigadores descreveram como um jogo de roleta-russa.

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Ember McSpadden teria puxado o gatilho de uma pistola parcialmente carregada três vezes, contando os cliques, antes de a arma disparar e atingir o pescoço de Shane Brooks, que tinha 26 anos, conforme noticiado no fim de semana pela emissora WAVY-TV.

De acordo com a investigação, Shane entregou a arma a Ember contendo uma munição real quando o casal estava envolvido nas preliminares na cama.

Parentes de Shane disseram que ele não namorava Ember e que sequer a conheciam.

O trágico incidente ocorreu em 5 de março, mas só agora detalhes foram divulgados com o fim da investigação policial.

Investigadores encontraram sete armas no quarto onde Shane morreu, incluindo dois revólveres sobre a cama, segundo depoimentos relatados pela 13News Now. Uma das pistolas foi identificada como a arma usada para atirar em Shane, e continha um estojo na câmara.

A polícia de Virginia Beach descreveu inicialmente a morte de Shane como resultado de um "disparo acidental de arma de fogo".

Ember, no entanto, foi posteriormente presa e acusada de homicídio culposo.

As circunstâncias surpreendentes que envolveram o disparo foram reveladas mais tarde no tribunal, onde promotores apresentaram depoimentos de um detetive-chefe de Virginia Beach e de um especialista forense.

Ember, que respondia ao processo em liberdade sob fiança, compareceu a uma audiência preliminar na última sexta-feira (14/8), na qual um juiz considerou haver provas suficientes para que a acusação de homicídio culposo fosse encaminhada a um grande júri.

Sua advogada, Artisha Gregg, sustentou que a morte do parceiro foi um acidente trágico que Ember não teve a intenção de causar e nem o previu. Sua cliente pode ser condenada a até 10 anos de prisão.

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