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Pelo segundo mês seguido, o custo da cesta básica aumentou em todas as 27 capitais do Brasil. Em Maceió, o crescimento foi de 1,27% em abril, no entanto, a capital alagoana segue entre os menores valores do país. Os dados são de uma pesquisa feita em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), e divulgada nesta segunda-feira (11).
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Maceió figura na lista com o terceiro menor preço médio, avaliado em R$ 652,94, atrás apenas das cidades de São Luís (MA), custando R$ 639,24, e de Aracaju (SE), que teve o valor de R$ 619,32. No entanto, mesmo assim, um maceioense que ganha um salário mínimo ainda precisou utilizar cerca de 43,5% do que ganhou em abril para comprar os itens necessários, gastando 88 horas e 37 minutos para tal.
Em março, o tempo de trabalho necessário havia sido de 87 horas e 31 minutos, correspondendo a 43% da renda líquida. Já em abril de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518, o tempo de trabalho necessário era de 90 horas e 14 minutos, e comprometia 44,34% do salário.
Ao longo de 2026, o aumento acumulado na capital alagoana é de 10,73%. Entre março e abril, nove dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios, apenas o arroz agulhinha se manteve estável. Confira a seguir:
Os outros dois produtos apresentaram queda de preço, sendo eles:
Cenário nacional em abril
Entre março e abril de 2026, segundo o estudo, as elevações mais importantes ocorreram em Porto Velho (5,60%), Fortaleza (5,46%), Cuiabá (4,97%), Boa Vista (4,36%), Rio Branco (4,05%) e Teresina (4,02%). São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 906,14), seguida por Cuiabá (R$ 880,06), Rio de Janeiro (R$ 879,03) e Florianópolis (R$ 847,26).
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