Pernil, rabanada, uva? Veja oito dicas para manter a saúde do pet nas ceias de fim de ano

Publicado em 24/12/2018, às 14h36
Gato | Pixabay -

Folhapress

As festas de fim de ano enchem a casa de aromas e de convidados. E de riscos para a saúde dos pets.
Nesta época, clínicas veterinárias registram aumento nos atendimentos por intoxicação alimentar ou acidentes com enfeites de Natal.
A recomendação é resistir e manter a dieta do animal, mesmo quando ele implore por um pedacinho da sua comida.

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Ao oferecer algo diferente, seja petisco próprio para animais ou caseiro, idade e condição de saúde do animal devem ser levadas em conta. E é sempre bom consultar a opinião do veterinário.
Confira oito dicas para manter a saúde do pet nas festas:

- Antes de mais nada, é preciso orientar os convidados a não dividir a ceia com o animal, por mais difícil que seja. Alguns alimentos e temperos -como alho e cebola- são tóxicos ou de difícil digestão  e podem acabar com a festa do pet
- Afaste o animal de doces e comidas gordurosas. Não, ele não pode experimentar o pernil, o salpicão ou a rabanada
- Uvas -naturais e passas-, macadâmia e chocolate são tóxicos para os animais. Conforme quantidade ingerida e o peso do animal, o chocolate consumido por humanos pode causar vômito, diarreia, arritmia cardíaca e, casos mais graves e raros, até convulsão. Já a uva pode levar a uma insuficiência renal
- Para evitar cólicas, vômitos e diarreia, o ideal é manter a dieta e só oferecer o que pet já está acostumado a comer
- Se quiser fugir da ração, ofereça  produtos feitos especialmente para os animais. Há panetones, chocolates, cervejas e vinhos que não fazem mal a eles, mas também devem ser oferecidos com moderação
- Cuide para que pratos com ossos e restos de alimentos não fiquem ao alcance do pet. O mesmo vale para copos com refrigerantes ou bebidas alcoólicas
- Atenção com a decoração: bolinhas e  luzes piscando podem transformar a árvore de Natal em um parque de diversão para cães e gatos. Mas eles podem engolir peças, sofrer ferimentos e até choques elétricos. Filhotes, que roem tudo o que acham pela frente, podem se  interessar também pelos fios do pisca-pisca.
- Em caso de intoxicação alimentar ou incidentes com decoração -ingestão ou ferimento- não tente receitas caseiras. Identifique o que fez mal ao animal, acione o veterinário de confiança e busque atendimento específico

Fontes: veterinária Carla Maion, coordenadora PetNutri da Health For Pet; veterinário Marcelo Quinzani, Hospital Veterinário Pet Care; veterinária Fernanda Fragata, do Hospital Veterinário, Pet Shop& Hotel Sena Madureira

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