8 livros para aproveitar o feriado de Tiradentes

Entre ficções e narrativas históricas, veja indicações para diferentes perfis de leitores

Publicado em 17/04/2026, às 14h30
Pausa na rotina durante o feriado é ideal para explorar novas narrativas e ampliar o olhar com livros (Imagem: Yavdat | Shutterstock)
Pausa na rotina durante o feriado é ideal para explorar novas narrativas e ampliar o olhar com livros (Imagem: Yavdat | Shutterstock)

Por Redação EdiCase

A pausa na rotina durante o feriado de Tiradentes cria o cenário ideal para mergulhar em narrativas ainda desconhecidas e ampliar o olhar sobre o mundo. A seleção a seguir reúne obras que transitam entre história, ficção e espiritualidade, oferecendo diferentes portas de entrada para a leitura.

Com o ritmo menos acelerado, aproveite para desvendar recortes do passado e compreender contextos contemporâneos. Abaixo, selecione o livro que será sua companhia durante o respiro!

1. Se eu fosse você

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“Se Eu Fosse Você” é um romance histórico e emocionante sobre amizade, amor e redenção durante a Segunda Guerra Mundial (Imagem: Divulgação | Editora Mundo Cristão)

Da consagrada autora Lynn Austin, esse romance histórico é uma emocionante história de amizade, amor e redenção durante a Segunda Guerra Mundial. Audrey, da aristocracia, e Eve, de origem humilde, têm seus destinos entrelaçados desde a infância. Anos depois, em meio à dor e à maternidade, uma decisão surpreendente muda suas vidas para sempre, mostrando como escolhas em tempos difíceis ecoam por toda a vida.

2. Os filhos de Ema

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“Os filhos de Ema” acompanha a trajetória de três órfãs que vivem juntas em um casebre no sertão (Imagem: Divulgação | Grupo Editorial Caravana)

Neste livro, D. B. Frattini apresenta, pela primeira vez em publicação em língua portuguesa, a releitura de uma peça escrita em 1992. Inspirada no conto popular sergipano “Os Três Coroados”, de Sílvio Romero, a obra articula sentimentos universais como inveja, vingança e perdão em uma narrativa marcada por reflexões que permanecem atuais mesmo após três décadas de sua estreia. Dividido em três atos, o texto acompanha a trajetória de Ema, Ana e Iva, órfãs que vivem juntas em um casebre no sertão.

3. A maldição da mandioca

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“A maldição da mandioca” convida o leitor a revisitar o passado sob uma nova perspectiva e refletir sobre seus impactos no presente e no futuro (Imagem: Divulgação | Editora Viseu)

Como você enxerga o futuro do Brasil? Essa é a pergunta que conduz uma ficção econômica que entrelaça história, economia e autoconhecimento. A narrativa acompanha Max, um jovem que vive na São Paulo de 3050 e decide viajar no tempo em busca de respostas sobre o país. Ao percorrer momentos-chave, como a Proclamação da Independência e a Era Vargas, a obra convida o leitor a revisitar o passado sob uma nova perspectiva e refletir sobre seus impactos no presente e no futuro.

4. Meu mundo é uma bola

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“Meu mundo é uma bola” acompanha a trajetória de quatro amigos unidos pelo sonho de jogar futebol (Imagem: Divulgação | Editora Ciranda Cultural)

Perfeito para compartilhar bons momentos em família, a obra das escritoras Regiane Alves e Liliane Mesquita acompanha a trajetória de quatro amigos unidos pelo sonho de jogar futebol. Entre desafios, diferenças e descobertas, a história aborda temas como amizade, empatia e superação de forma leve e envolvente. Com uma narrativa acessível e sensível, o livro cria uma ponte entre diversão e aprendizado, tornando a leitura uma oportunidade especial de conexão entre adultos e crianças neste feriado.

5. A dor crônica que me transformou

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“A dor crônica que me transformou” convida o leitor a reflexões e exercícios simples que integram ciência, experiência e ação cotidiana (Imagem: Divulgação | Hanoi Editora)

A dor crônica não afeta apenas o corpo, ela altera planos, relações e identidade. Em muitos momentos, parece reduzir a vida ao diagnóstico. Mas e se a dor não precisasse ser o fim da história? Após o diagnóstico de dor crônica miofascial, Léa Tande escolheu unir tratamento médico aos fundamentos da Psicologia Positiva, desenvolvendo um caminho concreto para reconstruir a qualidade de vida.

6. I’ve got a blank space, baby

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“I’ve got a blank space, baby” descomplica os métodos dos trabalhos científicos unindo a teoria acadêmica com referências do universo pop (Imagem: Divulgação | Wigvan Pereira dos Santos)

Se você sente que está estagnado na escrita acadêmica, este é o livro ideal! Professor de Metodologia há 15 anos, Wigvan Pereira dos Santos decidiu desenvolver uma publicação que fosse capaz de descomplicar os métodos dos trabalhos científicos. Contemplada pelo Edital nº 14/2024 – Goiás Mundo Afora, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a obra cumpre o papel ao unir a teoria acadêmica com referências do universo pop.

7. A biblioteca de Stalin  

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Em “A biblioteca de Stalin”, Geoffrey Roberts investiga o acervo pessoal de uma das figuras mais decisivas do século XX para acessar os seus processos de pensamento (Imagem: Divulgação | Editora Matrix)

Leitor obsessivo, intelectual disciplinado e estrategista do poder que fez dos livros uma arma política. Entre estantes organizadas com rigor e páginas marcadas por anotações, revela-se um Joseph Stalin muito além da figura pública do ditador: um leitor obsessivo que fazia dos livros instrumentos de poder. É a partir desse recorte que se constrói a análise em que o historiador Geoffrey Roberts investiga o acervo pessoal de cerca de 25 mil volumes para acessar os processos de pensamento de uma das figuras mais decisivas do século XX.

8. Identidade 

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“Identidade” investiga por que tantas mulheres aprendem a se diminuir para caber em expectativas externas (Imagem: Divulgação | Editora Vida)

A obra investiga por que tantas mulheres aprendem a se diminuir para caber em expectativas externas. A partir da “Síndrome da Pessoa Bonsai”, a psicóloga Fernanda Aoki mostra como rótulos, comparação e busca por aprovação podam desejos e potencial. Com exemplos do cotidiano, propõe reconhecer esses padrões, resgatar a própria essência e reconstruir uma identidade mais livre e íntegra.

Por Lara Montezuma

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