Acusado de drogar e estuprar colega de escola, "Vitinho" é condenado a 13 anos de prisão

Publicado em 31/08/2026, às 11h29
Vitor Bruno estava foragido desde dezembro de 2024; Maria Daniela ainda sofre de sequelas - - Foto: Reprodução
Vitor Bruno estava foragido desde dezembro de 2024; Maria Daniela ainda sofre de sequelas - - Foto: Reprodução

por Eberth Lins

Publicado em 31/08/2026, às 11h29

Victor Bruno da Silva Santos foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão por estuprar a colega Maria Daniela Ferreira Alves em Coité do Nóia, Alagoas, após um processo que ocorreu em segredo. O juiz Matheus de Miranda proferiu a sentença na última sexta-feira, e tanto a defesa quanto a advogada da vítima anunciaram que irão recorrer.

O crime ocorreu em 6 de dezembro de 2024, quando Maria Daniela, de 19 anos, foi dopada, agredida e asfixiada após uma confraternização, resultando em cinco dias de coma e sequelas permanentes. Laudos toxicológicos confirmaram a presença de substâncias sedativas em seu sangue, indicando que o ato foi premeditado.

Victor Bruno, conhecido como 'Vitinho', foi preso em julho de 2026 após um ano e meio foragido. A jovem continua a enfrentar dificuldades significativas em sua recuperação, necessitando de assistência para atividades diárias devido ao impacto severo do ataque.

Resumo gerado por IA
Victor Bruno da Silva Santos, o Vitinho, acusado de estuprar a colega de escola Maria Daniela Ferreira Alves, em Coité do Nóia, no interior de Alagoas, foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão. O processo corre em segredo, mas o TNH1 confirmou com o Tribunal de Justiça que a sentença condenatória foi preferida pelo juiz Matheus de Miranda, de Taquarana, na sexta-feira (28).
A informação do tempo de 13 anos e quatro meses é da advogada da vítima, que informou ainda que vai recorrer e pedir mais tempo de condenação. A defesa do acusado também confirmou a sentença. 
Conhecido como "Vitinho", Victor Bruno foi preso no dia 10 de julho em Taquarana, no Agreste de Alagoas. Antes disso, ele ficou foragido desde dezembro de 2024.
O inquérito mostrou que Maria Daniela foi estuprada, agredida e asfixiada em 6 de dezembro de 2024, após uma confraternização em uma chácara pertencente à família de Vitinho, localizada no Povoado Poção, zona rural de Coité do Noia. 
Suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência
Suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência
A jovem chegou a ficar cinco dias em coma e até hoje enfrenta graves sequelas. O laudo toxicológico revelou a presença de diversas substâncias químicas em seu sangue, reforçando a suspeita de que ela foi drogada.
Consta nos autos que, após participar de uma confraternização com colegas de escola, no dia 6 de dezembro de 2024, Maria Daniela, de 19 anos, foi brutalmente atacada por Victor Bruno. Ela foi estuprada e relatou que também foi vítima de tentativa de feminicídio por asfixia.
Jovem foi brutalmente atacada por Victor Bruno, segundo consta no autos
Jovem foi brutalmente atacada por Victor Bruno, segundo consta no autos
A jovem ficou em estado de coma por cinco dias e enfrenta graves sequelas, necessitando de auxílio para atividades básicas. O crime aconteceu em uma chácara, zona rural de Coité do Nóia.
A época da denúncia, o MPAL afirmou que o estupro foi premeditado. O suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência. Exames toxicológicos detectaram em seu sangue substâncias como Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina — medicamentos controlados com efeito sedativo.

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