Vídeo: alagoana é esquartejada e tem partes do corpo jogadas em represa de São Paulo

Publicado em 11/09/2026, às 12h50
Parte do corpo de Samara Ellen da Silva foram localizadas no rio Guarapiranga, em SP - Foto: Reprodução
Parte do corpo de Samara Ellen da Silva foram localizadas no rio Guarapiranga, em SP - Foto: Reprodução

Por Redação com agências

Samara Ellen da Silva, uma jovem de 26 anos, foi assassinada e esquartejada em São Paulo, com seu companheiro Natan Roberto de Oliveira Silva confessando o crime após sua prisão. O assassinato ocorreu após uma briga entre o casal, que teve um relacionamento breve de menos de um mês.

O crime foi descoberto em agosto, quando partes do corpo foram encontradas na represa Guarapiranga, e a investigação foi dificultada pela falta de boletins de ocorrência de desaparecimento. A polícia começou a suspeitar de Natan após uma ligação de um homem para a ex-parceira de Samara, mencionando problemas com ela.

Natan foi preso temporariamente por 30 dias e levado ao local onde as partes do corpo foram encontradas para indicar onde deixou outras. Ele já tinha antecedentes criminais por estupro e violência doméstica, e a polícia planeja buscar ajuda do Corpo de Bombeiros para localizar mais partes do cadáver.

Resumo gerado por IA
Uma jovem alagoana identificada como Samara Ellen da Silva, de 26 anos, foi assassinada e teve o corpo esquartejado em São Paulo. O companheiro dela, Natan Roberto de Oliveira Silva, foi preso nessa quarta-feira (09) e confessou o crime. 
Segundo depoimneto do homem à polícia, o relacionamento deles começou em junho e durou menos de um mês. Natan esquartejou o corpo e dispersou as partes na represa Guarapiranga. Ele teria relatado aos policiais que o crime ocorreu após uma briga. 


A prisão ocorreu após parte do corpo de uma mulher ser encontrada no rio Guarapiranga na manhã de 03 de agosto. A suspeita é que a mulher tenha sido morta e tido partes do corpo lançadas na água em 11 de julho.

O crime foi descoberto por pedestres que passavam pela margem do rio e viram um braço boiando. Eles avisaram policiais militares. Cerca de uma semana depois, exame realizado por agentes do IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt) apontou se tratar da alagoana Samara Ellen da Silva. 
Policiais não encontraram boletins de ocorrência de desaparecimento, o que dificultou a investigação. Nos arquivos, encontraram um endereço na zona norte de SP, onde os policiais localizaram uma ex-parceira da mulher. Ela disse ter recebido ainda em julho uma ligação de um homem, que disse que Samara estaria dando problemas. A Polícia Civil passou a suspeitar dele.
As apurações levaram a Natan Roberto de Oliveira Silva. Entre as demais evidências levantadas contra ele estão mensagens dele enviadas para a mãe de Samara tentando se passar por ela. Mãe e filha se falavam por áudio, mas o homem mandava mensagens de texto para a mulher.
A prisão temporária dele por 30 dias foi pedida e aceita pela Justiça. Ele foi preso em um imóvel na rua da Paz, no Parque Independência, na região do Capão Redondo. Após a detenção, ele foi levado ao ponto onde o membro havia sido encontrado, para que pudesse mostrar onde deixou outras partes do corpo.
"Ele contou que a matou no dia 11 de julho. Picotou o corpo e colocou em malas. A madrugada toda foi levando as malas, onde foi deixando partes do corpo", afirmou o delegado Eliel Rizziolli, titular do 92º DP.
Silva não apresentou advogado. Segundo a Polícia Civil, ele já tinha passagens por estupro e violência doméstica. O delegado afirmou que vai pedir auxílio do Corpo de Bombeiros na tentativa de localizar outras partes do cadáver.

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