Alagoas lidera as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares no Brasil, com 245,5 óbitos por 100 mil habitantes, refletindo uma grave crise de saúde pública no estado.
Em todo o país, uma pessoa morre a cada 72 segundos devido a essas doenças, totalizando 334.898 mortes apenas neste ano, com uma previsão de aumento de 10,8% até 2030.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta para a necessidade de medidas urgentes, uma vez que o número de óbitos pode subir de 417.550 em 2024 para 462.573 até o final da década.
Dados divulgados nesta quinta-feira, 8, pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) apontam que Alagoas registra a maior taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares entre os estados brasileiros, com 245,5 óbitos por 100 mil habitantes.
LEIA TAMBÉM
De acordo com a entidade, Alagoas registrou uma média de 245,5 óbitos por 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem o Amapá, com 225,1 mortes por 100 mil habitantes, e Mato Grosso do Sul, com 220,4 óbitos na mesma proporção.
Os dados também apontam que uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil a cada 72 segundos. Em média, são registrados 1.194 óbitos por dia, o equivalente a aproximadamente 50 mortes por hora.
Somente neste ano, o país já contabilizou 334.898 mortes por doenças cardiovasculares. Segundo projeção da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número anual de óbitos deve aumentar 10,8% até 2030, passando de 417.550, em 2024, para 462.573 ao final da década.
LEIA MAIS
+Lidas