Em entrevista ao "Brasil Paralelo", o jornalista, escritor e ex-deputado federal, que já foi aliado histórico do Partido dos Trabalhadores (PT) e até foi ministro em governos de Lula e Dilma Rousseff, passou a ser bastante crítico em relação à esquerda em geral.
Alega que "as ideias sobre desenvolvimento nacional, que deveriam ser a base desse campo político, foram abandonadas por uma agenda de costumes, chegando a dizer que houve uma troca da “ideologia pela biologia”, referindo-se aos debates de raça e sexualidade, que passaram a ser mais importantes do que as ideias nacionalistas.
Argumenta Rebelo na entrevista:
"A minha posição é que esse governo precisa ser removido, porque ele contraria os interesses do Brasil. O país está quebrado, o Brasil não vai quebrar em 2027, o Brasil já quebrou. O Brasil não tem recursos para prover o funcionamento básico das universidades, do Ministério da Defesa, das agências, o país está parando”.
Em relação à economia, Aldo Rebelo alega que na atual situação crítica, o governo se preocupa apenas em gastar mais por causa das eleições e em aumentar impostos, mas que não existe, na agenda oficial, preocupação em aumentar a receita.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados ainda aguarda um desfecho definitivo sobre a possibilidade de concorrer à Presidência da República pelo partido Democracia Cristã - ele havia lançado sua pré-candidatura, mas foi substituído pelo ministro Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF e logo em seguida expulso da legenda.
Inconformado, recorreu à Justiça e obteve ganho de causa em primeira instância.
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