Pelo menos 11 pessoas ficaram feridas após a explosão de um carro-bomba em Cúcuta, no nordeste da Colômbia, neste sábado (1º). Segundo as autoridades, o explosivo foi detonado nas proximidades da Delegacia de Polícia de Norte de Santander.
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A força da explosão provocou um incêndio em parte do complexo policial, de acordo com a imprensa colombiana. Equipes de resgate e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para controlar as chamas e atender as vítimas.
O diretor-geral da Polícia Nacional da Colômbia, general William Oswaldo Rincón Zambrano, classificou o episódio como um "ataque terrorista" e informou que oito policiais ficaram feridos.
Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que viajou até Cúcuta para acompanhar a situação de perto e prestar apoio aos agentes atingidos e aos familiares. O oficial também lamentou a morte de um cão durante a explosão.
Segundo o comandante, todas as estruturas da polícia foram acionadas para identificar e prender os responsáveis pelo atentado. Em declaração à imprensa, ele afirmou que cerca de 15 artefatos explosivos foram deixados nas proximidades de uma área residencial e garantiu que as forças de segurança vão intensificar as ações para impedir novos ataques.
O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, também condenou o atentado. Em nota divulgada nas redes sociais, ele prestou solidariedade aos policiais feridos e disse que os autores do crime deverão responder perante a Justiça.
Espriella assumirá a Presidência no próximo dia 7 de agosto. A cerimônia de posse, que inicialmente seria realizada em Popayán, foi transferida para Cali após o fechamento do aeroporto da cidade por causa da atividade do vulcão Puracé e da queda de cinzas na região.
Até a publicação desta matéria, nenhum grupo havia assumido a autoria do ataque, que segue sob investigação das autoridades colombianas.
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