A comunidade escolar de Coruripe, Alagoas, foi alarmada por ameaças de massacre, com bilhetes contendo mensagens e símbolos nazistas encontrados na Escola Municipal José de Carvalho Souza, levando a diretora a acionar a Polícia Militar. Uma aluna foi identificada como autora das ameaças, que incluíam um ataque programado para o dia 27 de maio.
Os bilhetes continham mensagens distintas, sendo uma delas uma ameaça direta e a outra um aviso de que o massacre era uma mentira, indicando que a autora conhecia outros estudantes envolvidos. A situação gerou preocupação entre alunos e funcionários, refletindo um ambiente escolar tenso.
A Polícia Militar tomou medidas imediatas, incluindo acompanhamento psicológico para a suspeita e a abertura de um procedimento investigativo pela Polícia Civil. O Conselho Tutelar e a equipe de segurança da escola também colaboraram na resposta ao incidente, visando garantir a segurança da comunidade escolar.
Ameaças de massacre amedrontaram a comunidade escolar em Coruripe, cidade do Litoral Sul alagoano, nesta semana. Bilhetes com as mensagens, acompanhados de símbolos nazistas, foram encontrados na Escola Municipal José de Carvalho Souza e a diretora da unidade logo acionou a Polícia Militar para intervir na situação. Uma aluna, de idade não revelada, foi identificada como a autora do recado.
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Segundo a PM, os bilhetes apresentavam mensagens diferentes. O primeiro trazia uma ameaça direta de ataque datada para o dia 27 de maio, justificando o ato com a frase: "Massacre na escola... Dia 27 de maio. Todos esses só sabem fazer bullying, preconceito, e etc. Todos merecem esse fim". Ele teria sido escrito no último dia 18.
Já a segunda mensagem funcionava como um alerta, dando a entender que uma pessoa sabia do plano e pedia para avisar a direção: "Quem estiver lendo essa carta saiba que o negócio do massacre é mentira e eu sei quem foi", escreveu indicando nomes de outros estudantes.

A polícia identificou uma aluna da própria unidade de ensino como a autora dos bilhetes. Diante da situação, as providências cabíveis foram tomadas para lidar com o caso.
"Foi definido um acompanhamento psicológico junto à suspeita e foi instaurado um procedimento junto à Polícia Civil para apurar o caso com total responsabilidade. Agradecemos o apoio do Conselho Tutelar e a segurança dos alunos e dos profissionais da educação", disse o aspirante Tainnes, da 9ª Companhia Independente da PM.
Os policiais militares também contaram com o auxílio do Conselho Tutelar e da equipe de segurança da escola nessa quarta-feira (27). O caso será investigado pela Polícia Civil.
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