Bilhetes com ameaça de massacre em escola em Coruripe são encontrados; aluna é identificada como autora

Publicado em 28/05/2026, às 07h35 - Atualizado às 07h35
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Por Redação

A comunidade escolar de Coruripe, Alagoas, foi alarmada por ameaças de massacre, com bilhetes contendo mensagens e símbolos nazistas encontrados na Escola Municipal José de Carvalho Souza, levando a diretora a acionar a Polícia Militar. Uma aluna foi identificada como autora das ameaças, que incluíam um ataque programado para o dia 27 de maio.

Os bilhetes continham mensagens distintas, sendo uma delas uma ameaça direta e a outra um aviso de que o massacre era uma mentira, indicando que a autora conhecia outros estudantes envolvidos. A situação gerou preocupação entre alunos e funcionários, refletindo um ambiente escolar tenso.

A Polícia Militar tomou medidas imediatas, incluindo acompanhamento psicológico para a suspeita e a abertura de um procedimento investigativo pela Polícia Civil. O Conselho Tutelar e a equipe de segurança da escola também colaboraram na resposta ao incidente, visando garantir a segurança da comunidade escolar.

Resumo gerado por IA

Ameaças de massacre amedrontaram a comunidade escolar em Coruripe, cidade do Litoral Sul alagoano, nesta semana. Bilhetes com as mensagens, acompanhados de símbolos nazistas, foram encontrados na Escola Municipal José de Carvalho Souza e a diretora da unidade logo acionou a Polícia Militar para intervir na situação. Uma aluna, de idade não revelada, foi identificada como a autora do recado.

Segundo a PM, os bilhetes apresentavam mensagens diferentes. O primeiro trazia uma ameaça direta de ataque datada para o dia 27 de maio, justificando o ato com a frase: "Massacre na escola... Dia 27 de maio. Todos esses só sabem fazer bullying, preconceito, e etc. Todos merecem esse fim". Ele teria sido escrito no último dia 18.

Já a segunda mensagem funcionava como um alerta, dando a entender que uma pessoa sabia do plano e pedia para avisar a direção: "Quem estiver lendo essa carta saiba que o negócio do massacre é mentira e eu sei quem foi", escreveu indicando nomes de outros estudantes.

A polícia identificou uma aluna da própria unidade de ensino como a autora dos bilhetes. Diante da situação, as providências cabíveis foram tomadas para lidar com o caso.

"Foi definido um acompanhamento psicológico junto à suspeita e foi instaurado um procedimento junto à Polícia Civil para apurar o caso com total responsabilidade. Agradecemos o apoio do Conselho Tutelar e a segurança dos alunos e dos profissionais da educação", disse o aspirante Tainnes, da 9ª Companhia Independente da PM.

Os policiais militares também contaram com o auxílio do Conselho Tutelar e da equipe de segurança da escola nessa quarta-feira (27). O caso será investigado pela Polícia Civil.

Veja a nota da Prefeitura de Coruripe:

A Prefeitura de Coruripe, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que a direção da Escola Municipal de Educação Básica José Carvalho Souza identificou, nesta quarta-feira (27), um bilhete com conteúdo envolvendo ameaça partindo de uma das alunas da unidade.

Diante da situação, a gestão escolar agiu imediatamente, adotando todos os protocolos necessários e acionando os órgãos competentes.

A Prefeitura reforça que todas as medidas estão sendo conduzidas com responsabilidade, cautela e respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), preservando a identidade do menor e das pessoas envolvidas.

O Município também já disponibilizou acompanhamento psicológico e assistência especializada à criança e à família, além de manter apoio à comunidade escolar. A aluna já vinha sendo acompanhada por profissional de psicologia e, após o episódio, foi encaminhada para avaliação psiquiátrica especializada.

A rede municipal de ensino também realiza campanhas permanentes de conscientização e combate ao bullying, promovendo ações educativas voltadas ao respeito, à empatia e à convivência saudável no ambiente escolar.

A gestão municipal vai seguir acompanhando o caso de forma integrada com as autoridades competentes, permanecendo à disposição da Justiça e reafirmando seu compromisso com a segurança, o acolhimento e o bem-estar de estudantes, profissionais da educação e famílias.

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