Maxi López, ex-atacante de Vasco e Grêmio, compartilha suas memórias sobre Lionel Messi, destacando sua experiência no Barcelona entre 2005 e 2007, onde acompanhou o início da carreira do astro argentino, que busca seu segundo título de Copa do Mundo aos 38 anos.
López expressa confiança de que Messi se tornará o maior artilheiro da história das Copas, superando a marca de 16 gols, embora reconheça a concorrência de Kylian Mbappé, que ainda tem mais Mundiais pela frente.
O ex-jogador relembra momentos de camaradagem com Messi e outros sul-americanos no Barcelona, enfatizando a união entre os jogadores e a expectativa de que Messi conquiste a taça nesta edição do torneio.
Ex-atacante de Vasco e Grêmio, o argentino Maxi López é um dos poucos que pode se gabar de ter visto de perto o início de carreira de Lionel Messi. Maxi, que defendeu o Barcelona entre 2005 e 2007, acompanhou o surgimento do astro, que hoje busca, aos 38 anos, seu segundo título de Copa do Mundo com a Argentina.
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O ex-centroavante conversou com a reportagem da CNN Brasil e falou sobre a expectativa para o desempenho da Albiceleste no torneio e, claro, sobre Messi, que pode se tornar nesta segunda-feira (22), contra a Áustria, o maior artilheiro - isolado - da história das Copas.
"Eu acho que ele vai alcançar isso. Obviamente que o Mbappé está perto também, ele ainda tem mais um ou dois Mundiais, e vamos ver o que acontece. Mas o Messi vai ultrapassar essa marca de 16 gols. Esperamos que seja com a taça", disse.
"A gente jogava muito PlayStation, fazia churrasco. Eu morava com dois ou três amigos em Barcelona e ele era bem novo, tinha 16 anos, por aí. Eu estava com 20, e éramos dois dos mais jovens da equipe. Estávamos sempre juntos, compartilhando com a família, e os brasileiros Ronaldinho [Gaúcho], Deco, Belletti, Thiago Motta, estavam sempre com a gente. Gostávamos de estar com eles. Os sul-americanos todos juntos", relembrou.
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