Diretor-presidente do DMTT fala sobre CNH, patinetes elétricos e mudanças no trânsito de Maceió

Publicado em 17/08/2026, às 11h15
Reprodução/TV Pajuçara
Reprodução/TV Pajuçara

Por Joyce Maia*

O diretor-presidente do DMTT de Maceió, André Costa, discutiu em programa de TV as mudanças e desafios do trânsito na cidade, enfatizando a importância da educação e formação de condutores, especialmente para aqueles inscritos no CadÚnico.

Costa destacou que a formação inicial é crucial para que os motoristas compreendam suas responsabilidades e mencionou a regulamentação dos patinetes elétricos, que não exigem habilitação, mas devem seguir as normas de trânsito.

O DMTT está implementando medidas para melhorar a mobilidade urbana, incluindo a organização do trânsito e a fiscalização, além de abordar o uso de motocicletas elétricas e a situação dos ônibus destinados às mulheres.

Resumo gerado por IA

O diretor-presidente do Departamento Municipal de Trânsito e Mobilidade Urbana de Maceió (DMTT), André Costa, participou da última edição do Contextualizando, da TV Pajuçara/RECORD, e falou sobre mudanças e desafios do trânsito na capital. Entre os assuntos abordados estiveram educação no trânsito, formação de condutores, circulação de veículos elétricos, transporte público e fiscalização. 

Um dos destaques foi a formação para a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH), principalmente para pessoas inscritas no CadÚnico. André demonstrou preocupação com as novas diretrizes do Governo Federal e defendeu a preparação dos futuros condutores. “A gente acha que essa formação inicial do condutor é uma etapa fundamental para que ele realmente conheça da legislação, conheça das suas responsabilidades e obrigações no trânsito”, afirmou.

Sobre os patinetes elétricos, o diretor explicou que os chamados autopropelidos não precisam de habilitação nem emplacamento. Eles devem circular em vias de até 40 km/h e, em avenidas com velocidade superior, somente podem utilizar ciclovias ou ciclofaixas.

“Quem usa o patinete precisa se submeter às mesmas normas, regras e sinalização de trânsito que os demais veículos”, destacou. Ele também explicou que a falta de placa dificulta a fiscalização: “Como ele não é emplacado, você não tem como fazer a identificação e cobrar no caso de uma autuação”.

André Costa também comentou outras situações que impactam a mobilidade, como o uso de cones para bloquear vias e as regras relacionadas aos ônibus destinados às mulheres. O diretor falou ainda sobre a circulação de motocicletas elétricas e as medidas adotadas pelo DMTT para organizar o trânsito e garantir o cumprimento das normas na cidade.

O Contextualizando vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na TV Pajuçara/RECORD. Assista ao programa na íntegra:

* Estagiária sob supervisão

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