Na tentativa de diminuir déficits, estatal trabalha com meta de 10 mil desligamentos em 2026 e outros 5 mil em 2027
Os Correios lançaram um novo programa de demissão voluntária, o PDV-E, após a primeira fase ter registrado adesão abaixo do esperado, com inscrições abertas até 30 de setembro.
A meta da estatal é desligar 10 mil funcionários até 2026 e mais 5 mil em 2027, visando reduzir déficits financeiros, após apenas 3.181 adesões na fase anterior, representando 31% do público-alvo.
A nova fase do programa foi adaptada para atender às necessidades da reestruturação da empresa, e os Correios já comunicaram internamente as diretrizes do PDV-E aos empregados.
Os Correios abriram um novo programa de demissão voluntária nesta quinta-feira (20), após a primeira tentativa ficar abaixo do esperado. As adesões podem ser realizadas até o dia 30 de setembro.
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O PDV-E (Plano de Plano de Desligamento Voluntário Específico) oferece incentivos e aposentadoria ao funcionário que aceitar o desligamento prévio.
Na tentativa de diminuir os déficits da estatal, os Correios trabalhavam com meta de 10 mil desligamentos em 2026 e outros 5 mil em 2027.
Segundo os Correios, a nova fase do plano foi concebida para atender às adequações e particularidades decorrentes do processo de reestruturação da empresa.
A primeira fase do programa de demissão voluntária, apresentado no fim de 2025, teve baixa adesão e a empresa optou por estender o prazo até abril de 2026.
Na apresentação do balanço de 100 dias do plano de reestruturação, os Correios informaram que, durante o período de adesão do PDV, somente 3.181 empregados pediram demissão de forma voluntária, ou seja, 31% do público-alvo.
Com isso, a estatal projetou uma economia de cerca de 40% do estimado inicialmente com o PDV.
Em nota, os Correios confirmaram que as informações sobre o PDV-E já foram veiculadas internamente aos empregados.
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