Um menino de 2 anos morreu após ser acidentalmente baleado por seu primo de 4 anos, que encontrou uma arma sem segurança dentro de um carro em Kissimmee, Flórida, enquanto os adultos estavam fora do veículo.
A arma, que pertencia à mãe da vítima, estava destravada e exposta, e a tragédia ocorreu durante uma viagem planejada para comemorar o aniversário do menino, que completaria 3 anos em breve.
As autoridades estão investigando o caso e discutindo possíveis acusações, enquanto o xerife local destacou que uma trava de segurança poderia ter evitado a fatalidade; o departamento de polícia também planeja entrevistar a criança envolvida.
Um menino de 2 anos morreu após ser baleado acidentalmente por seu primo de 4 anos, que encontrou uma arma sem trava de segurança dentro de um carro nos EUA.
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As duas crianças ficaram sozinhas no carro, onde o menino de 4 anos encontrou a pistola e atirou. A família havia acabado de chegar a um imóvel alugado por temporada quando os adultos saíram do veículo. O disparo ocorreu pouco antes das 16h de domingo (12), em Kissimmee, na região de Orlando.
A Promotoria do 9º Circuito Judicial da Flórida afirmou hoje que não comentará possíveis acusações enquanto a investigação estiver em andamento. A informação foi divulgada pela ABC News.
A arma pertencia à mãe da vítima e havia sido deixada fora do coldre. O gabinete do xerife do condado de Osceola informou que a pistola estava destravada e exposta dentro do veículo. Os familiares estavam do lado de fora quando ouviram o disparo, segundo a WKMG, afiliada da CBS em Orlando.
A vítima foi identificada como Brayden Tennyson, morador de Louisville, no estado da Geórgia. Equipes de emergência tentaram reanimá-lo antes de levá-lo ao Hospital Infantil Arnold Palmer, onde ele morreu. Brayden completaria 3 anos na terça-feira (14), e a viagem à Flórida havia sido organizada para comemorar seu aniversário e visitar os parques da Disney, segundo a WRDW/WAGT.
Investigadores da divisão de homicídios se reuniram com representantes da Promotoria para discutir uma possível responsabilização. O xerife Chris Blackmon afirmou que acusações são prováveis, mas até a manhã de hoje, segundo a ABC News, ninguém havia sido acusado.
Blackmon afirmou que uma trava simples poderia ter impedido a morte da criança. Durante entrevista coletiva, o xerife disse que a arma estava "literalmente à vista" e mostrou um dispositivo usado para impedir o acionamento do gatilho. "Não é um videogame. Não é possível apertar um botão e começar de novo", afirmou. O gabinete do xerife distribui gratuitamente travas para armas aos moradores do condado, apurou a Fox 35 Orlando.
O Departamento de Crianças e Famílias da Flórida e o instituto médico-legal foram acionados. A polícia também pretende conversar com o menino de 4 anos durante a investigação.
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