Três crianças, com idades de 10, 11 e 12 anos, furtaram um carro em Florianópolis e dirigiram em alta velocidade, colidindo com uma moto estacionada, mas sem causar feridos.
O veículo, que estava estacionado com a chave reserva dentro, foi seguido por motoboys até ser parado, e a polícia foi acionada em seguida.
O adolescente de 12 anos pode enfrentar medidas socioeducativas, enquanto as crianças mais novas serão encaminhadas ao Conselho Tutelar, com investigações sobre suas circunstâncias familiares em andamento.
Duas crianças, de 10 e 11 anos, e um adolescente, de 12, furtaram um carro e trafegaram em alta velocidade por ruas de Florianópolis (SC), no domingo (6). O veículo chegou a bater em uma moto, mas ninguém ficou ferido.
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Segundo a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), o carro, modelo Omoda 5, estava estacionado no bairro de Capoeiras com a chave reserva em seu interior.
Os três entraram no veículo, deram a partida e circularam por diversas ruas da região continental de Florianópolis. Eles ainda bateram em uma moto estacionada na avenida Afonso Pena. Ninguém ficou ferido.
"Alguns motoboys e pessoas passaram a segui-los, até que conseguiram fazer com que parassem e, logo em seguida, a polícia foi acionada", diz o major da PM Adriano de Faria Jerônimo, comandante do 22º Batalhão de Polícia Militar (BPM).
Segundo ele, o carro, que estava sem placa, seria entregue a uma concessionária nesta terça-feira (8).
As crianças foram encaminhadas à Central de Plantão Policial de Florianópolis.
A Polícia Civil afirmou que somente o adolescente de 12 anos está sujeito à apuração de ato infracional e possível aplicação de medida socioeducativa pelo Poder Judiciário, em razão do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Os demais devem ser submetidos às medidas de proteção cuja aplicação compete ao Conselho Tutelar.
Segundo a polícia, não há indícios de responsabilidade penal dos genitores ou responsáveis legais das crianças.
"As circunstâncias que antecederam o fato, inclusive a situação familiar e a rotina dos envolvidos, ainda estão sendo apuradas com o apoio da rede de proteção", afirma a polícia.
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