Cunhado de Cristiano Ronaldo é investigado por rinha de galos no Brasil

Publicado em 18/07/2026, às 07h54
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por CNN Brasil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga criatórios de aves por suspeitas de maus-tratos, realizando mandados de busca em Gramado e Igrejinha, onde foram encontradas evidências de criação e comercialização de galos da raça Mura para rinhas.

Cerca de 1.500 aves foram fiscalizadas, com muitos indícios de maus-tratos, e foram apreendidos celulares e documentos que podem comprovar a comercialização ilegal, além de uma arma de fogo.

As aves estão sob a responsabilidade de órgãos ambientais, que decidirão seu destino, enquanto as investigações prosseguem para identificar a origem dos animais e possíveis envolvidos em uma associação criminosa.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga criatórios de aves, suspeitos de maus tratos de animais. Durante uma operação, os agentes cumpriram, entre os dias 16 e 17 de julho, três mandados de busca e apreensão nas cidades de Gramado e Igrejinha, na Serra Gaúcha.

A investigação apura suspeitas de criação, treinamento e comercialização de galos da raça Mura destinados a rinhas.

A CNN Brasil apurou que o principal responsável por um dos espaços investigados é Alexandre Bertoluci, empresário casado com Kátia Aveiro, irmã do jogador Cristiano Ronaldo.

Durante a operação, foram fiscalizadas cerca de 1.500 aves da raça Mura. Segundo a Polícia Civil, muitas delas apresentavam indícios de maus-tratos. Os investigadores também apreenderam celulares, documentos que, segundo a investigação, comprovam a comercialização dos animais e uma arma de fogo.

De acordo com a polícia, alguns galos dessa raça podem ser vendidos por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. Os animais permaneceram sob responsabilidade dos órgãos ambientais, que vão definir o destino das aves.

As investigações continuam para identificar a origem dos animais e apurar a possível participação de outras pessoas em uma associação criminosa.

A CNN Brasil tenta contato com Alexandre Bertoluci. O espaço segue aberto para manifestação.

Gostou? Compartilhe