Entre emoção, superstição e alegria, descubra como a astrologia influencia o jeito de acompanhar e viver cada jogo do Mundial
Durante a Copa do Mundo, as diferenças entre os torcedores ficam ainda mais evidentes. Enquanto alguns analisam cada detalhe tático da partida, outros transformam os jogos em uma grande confraternização ou em uma verdadeira montanha-russa emocional.
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Se os signos influenciam traços de personalidade, eles também podem explicar por que cada pessoa vive o Mundial de uma maneira única. A seguir, a astróloga Eunice Ferrari explica como cada nativo costuma reagir quando a bola começa a rolar!

O ariano não assiste ao jogo: ele está dentro do campo. Grita com a TV, xinga o juiz, escala o time melhor do que o técnico e, se o Brasil toma um gol, é bom ninguém respirar perto dele. A energia é de pura adrenalina e de uma leve ameaça de quebrar o controle remoto.

Para Touro, a Copa do Mundo é, na verdade, um festival gastronômico temático. Ele pode até torcer, mas a grande preocupação é se a carne do churrasco vai acabar, se a cerveja está trincando e se os petiscos combinam com o horário do jogo. Se o Brasil perder, pelo menos a coxinha estava maravilhosa.

Gêmeos passa os 90 minutos digitando no grupo dos amigos, comentando nas redes sociais e falando com três pessoas ao mesmo tempo na sala. Ele sabe a fofoca dos bastidores de todos os jogadores, comenta sobre o corte de cabelo do atacante e, no final, nem sabe direito como foi o gol porque estava explicando o impedimento para alguém.

Câncer chora na hora do hino nacional. Ele resgata aquela camiseta da Copa de 2002 que dá sorte, reúne a família inteira e sofre genuinamente por cada jogador que cai no gramado, parecendo que sente a dor dele. Para o canceriano, o Mundial envolve união, pátria e coração na boca.

Leão não assiste ao jogo de qualquer jeito, ele monta o look verde e amarelo mais estiloso, compra a vuvuzela mais barulhenta e faz questão de ser o centro das atenções na comemoração. Posta 50 stories mostrando como a sua festa é a melhor e, claro, se o Brasil ganha, ele se sente pessoalmente responsável pela vitória.

O virginiano assiste ao jogo com uma planilha mental. Ele sabe a porcentagem de posse de bola, os cartões amarelos acumulados e o histórico de confrontos desde 1970. Passa o jogo reclamando dos erros táticos e da falta de organização da defesa. Para ele, o título só vem com muita disciplina.

Libra quer que todo mundo se divirta. Se o jogo está tenso, ele tenta acalmar o colega. Se o juiz erra, ele diz: “Ah, mas o trabalho do juiz também é difícil, né?!”. Se o Brasil enfrentar um país com uma cultura muito diferente, ele fica com um pouquinho de pena de comemorar o gol para não magoar a torcida adversária.

Para Escorpião, nenhum erro é por acaso. Ele tem certeza de que o juiz foi comprado, que o craque do outro time está usando alguma tática psicológica secreta e que “tem algo de errado aí”. Assiste ao jogo em silêncio, emanando uma energia tão intensa que é capaz de secar o batedor de pênalti do time rival.

O sagitariano liga o modo festa três dias antes do jogo. Para ele, o Brasil já é campeão mundial antes mesmo de estrear. Bebe, dança, faz piada com os gringos e, se o time perder, ele lamenta por cinco minutos e depois diz: “Pelo menos o próximo jogo é na sexta e dá para emendar o rolê!”.

Capricórnio ama a Copa, mas pelo motivo prático: o calendário de jogos e o esquema de liberação do trabalho. Durante a partida, ele fica pensando se o rendimento da empresa vai cair e se vale a pena fazer hora extra depois. Torce com os braços cruzados, sério, celebrando os gols com um aceno de cabeça executivo.

Aquário adora ser o revolucionário da Copa. Ele vai torcer por uma seleção completamente aleatória, tipo a Islândia ou o Senegal, só porque “o futebol deles é mais purista”. Adora criticar a comercialização do evento, mas no fundo está lá comendo o churrasco do taurino e aproveitando a folga.

Peixes entra no meio do segundo tempo perguntando: “Quem está de amarelo mesmo?”. Ele se perde nos próprios pensamentos, se emociona com a história de superação do goleiro reserva e tenta enviar “vibrações de luz” para que a trave não deixe a bola entrar. No fim, comemora a vitória sem nem saber quem fez o gol.
Por Mariah Santos
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