Dayanne, ex-mulher do goleiro Bruno, deixa CTI, mas segue internada em Belo Horizonte

Publicado em 09/07/2026, às 14h18
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Por O Tempo

Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro Bruno, está internada em estado grave no Hospital João XXIII, após ter seu desaparecimento registrado e ser transferida da UPA Santa Terezinha.

Ela deixou cartas de despedida e revelou estar sob ameaças de agiotas, o que levantou preocupações sobre sua segurança e a de seus familiares.

A Polícia Civil classificou o caso como um desaparecimento voluntário e arquivou a investigação, enquanto Dayanne apresenta sinais de melhora em sua condição de saúde após a internação.

Resumo gerado por IA

Dayanne Rodrigues do Carmo, de 39 anos, ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, segue internada no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Ela deu entrada na unidade hospitalar no sábado (4/7), após ter o desaparecimento registrado na quinta-feira (2/7).

Conforme apurou a reportagem de O TEMPO, Dayanne chegou ao hospital transferida da UPA Santa Terezinha em estado grave. Ela estava acompanhada de uma das filhas que teve com o goleiro e foi direto para um leito de CTI. O quadro de saúde dela permaneceu estabilizado, mas ela foi transferida para o 4º andar do João XXIII, onde ficam pacientes classificados como graves. Ela também foi extubada nas últimas horas, o que indica melhora no quadro.

Ao desaparecer há uma semana, Dayanne deixou cartas de despedida em casa. No celular, o marido encontrou conversas com vários agiotas que cobravam dívidas financeiras. Em uma das cartas obtidas por O TEMPO, Dayanne escreveu, à mão, que vinha sofrendo ameaças de agiotas, disse temer pela própria vida e fez um apelo para que as autoridades protegessem seus filhos e familiares.

Na carta, datada de 2 de julho, Dayanne escreve: "Eu peço socorro pelos meus filhos, familiares, pelo meu companheiro Samuel. Estou sofrendo ameaças de agiotas, está tudo no meu telefone."

Em outro trecho, ela demonstra medo e deixa uma mensagem que foi interpretada pela família como uma despedida. "Por essas ameaças, hoje eu estou perdendo a minha vida, mas peço que zelem pela vida dos que estão ficando aqui."

No João XXIII, Dayanne foi admitida após tentativa de suicídio por ingestão de “fortes medicamentos”, conforme uma fonte da reportagem. A Polícia Civil informou, em nota, que as diligências realizadas e os elementos reunidos ao longo da investigação apontam para um desaparecimento voluntário, não havendo indícios da prática de crime. Por conta disso, o caso foi arquivado. 

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