Maceió

Defesa de Paulo Corintho nega embriaguez e diz que é infundada acusação de corrupção 

Redação TNH1 | 01/12/20 - 12h59 - Atualizado em 01/12/20 - 16h27
Foto: Reprodução

Em nota encaminhada à imprensa, a defesa do ex-vereador por Maceió, Paulo Corintho, negou a embriaguez ao volante e classificou como infundada a suspeita de corrupção ativa.

Paulo Corintho foi detido por policiais militares na madrugada desta terça-feira, 1º, no bairro Jatíúca. Segundo o Batalhão de Polícia de Trânsito, ele estaria dirigindo embriagado e teria tentado subornar um policial.

"A suposta imputação de estar dirigindo sob efeito de álcool decorreu de ter exercido o seu direito constitucional de não realizar o teste do etilômetro", trouxe um trecho da nota.

Sobre a suspeita de corrupção, a defesa seguiu: "Nada está provado, quanto a materialidade do fato de uma suposta e infundada tentativa de corrupção, havendo elementos que a descaracterizam!", afirmou.

A nota foi assinada pelo advogado Fernando Guerra e informou ainda que a defesa vai adotar as medidas cabíveis para "assegurar uma análise minuciosa e cuidadosa do caso por parte do Poder Judiciário Alagoano".

Confira a nota na intergra:

NOTA TÉCNICA DE ESCLARECIMENTO 

A Defesa do ex-vereador por Maceió, - PAULO CORINTHO MARTINS DA PAZ, escudada nas garantias constitucionais de JUSTIÇA, garantidas a todos os cidadãos, que veda prisões desnecessárias e prejulgamentos antes da análise, ainda que provisória, pelo Poder Judiciário, ESCLARECE TECNICAMENTE:

 1) Que a suposta imputação de estar dirigindo sob efeito de álcool (art. 306 do CTB) e a outra infundada imputação, que geraram a sua prisão, ocorrida da madrugada do dia 01/12/2020, quando se deslocava em seu veículo das imediações da avenida Jatiúca para sua residência na mesma região, – decorreu de ter exercido o seu Direito Constitucional de não realizar o teste do etilômetro; 

2) Apesar das alegações subjetivas de componentes da guarnição policial que atuaram na ocorrência, nada está provado, quanto a materialidade do fato de uma suposta e infundada tentativa de corrupção, havendo elementos que a descaracterizam!;

3) O ex-vereador é figura pública, e ao contrário do que foi noticiado em meios de comunicação, - não possui qualquer condenação criminal contra a sua pessoa, conforme certidões negativas criminais (Estadual e Federal), colocadas à disposição da JUSTIÇA e de todos! 

4)  A DEFESA do ex-vereador está adotando as medidas cabíveis para assegurar uma análise minuciosa e cuidadosa do caso por parte do Poder Judiciário Alagoano, como determina a Constituição e o Código de Processo Penal, fazendo prevalecer a JUSTIÇA e evitando ARBITRARIEDADES!