Essa foi a justificativa do ex-deputado João Caldas, presidente nacional do partido Democracia Cristã, para justificar expulsão de Aldo Rebelo, ex-ministro de governos do PT e ex-presidente da Câmara dos Deputado, dos quadros da legenda.
O início do confronto entre ambos foi a substituição, como candidato à Presidência da República, de Rebelo por Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal.
Mas o ápice se deu quando Aldo Rebelo declarou que isso só ocorreu porque João Caldas, ao indicar um ex-ministro do STF, pretende obter influência para proteger João Henrique Caldas (PSDB), seu filho, de eventual ação judicial por seu envolvimento com o Banco Master.
Explica-se: quando prefeito de Maceió, JHC, fez com que o IPREV - Instituto de Previdência Municipal de Maceió investisse R$ 117 milhões no Master, apesar as evidências de que o banco estaria prestes quebrar - o que de fato ocorreu.
Numa "Nota à Imprensa", Aldo Rebelo reafirma sua pretensão se ser o candidato do DC a presidente da República, concluindo:
"Reafirmo a determinação de prosseguir a jornada da minha pré-candidatura até a convenção partidária, instância autorizada para decidir soberanamente a escolha de candidaturas do partido".
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