Desvio de dinheiro de clientes: saiba como esquema de funcionário de peixaria foi descoberto

Publicado em 30/10/2026, às 08h05
Divulgação/Ascom PC
Divulgação/Ascom PC

Por Redação

Um funcionário de uma peixaria em Maceió foi preso em flagrante por estelionato após desviar mais de R$ 22 mil usando uma maquineta clonada durante os atendimentos aos clientes.

A fraude foi descoberta pela proprietária ao revisar as imagens das câmeras de segurança, que mostraram o homem utilizando um segundo aparelho para direcionar os pagamentos a uma conta em seu nome.

Além da prisão, a polícia apreendeu a maquineta clonada, comprovantes de pagamento, dois celulares e duas motocicletas, que poderão ser leiloadas para ressarcir a vítima, enquanto os celulares passarão por perícia para aprofundar as investigações.

Resumo gerado por IA

O crime de estelionado ocorrido em uma peixaria no bairro Jatiúca, em Maceió, veio à tona depois que a proprietária do local analisou as imagens das câmeras de segurança e percebeu que o funcionário, suspeito da fraude, retirava uma segunda maquineta da mochila durante os atendimentos. O aparelho era usado para o desvio da quantia na hora do pagamento de clientes. O homem foi preso em flagrante nessa quinta-feira (29).

A equipe responsável pela investigação foi até o estabelecimento e encontrou o equipamento, além de comprovantes de pagamentos feitos pelos clientes. O material será analisado para identificar o valor total que teria sido desviado. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 22 mil.

O funcionário da peixaria foi levado à Central de Flagrantes e autuado por estelionato. Ele permaneceu à disposição da Justiça para audiência de custódia.

O esquema

O homem usava uma maquineta clonada para receber pagamentos de clientes e desviar o dinheiro para uma conta ligada a uma empresa registrada em seu nome. Ele aproveitava o contato direto com os consumidores para realizar as cobranças. Em vez de usar a maquineta da própria peixaria, ele retirava da mochila um equipamento semelhante e o utilizava para receber as quantias. 

A maquineta tinha a mesma marca e aparência da usada pela loja e exibia o nome do estabelecimento na tela. O dinheiro, porém, era direcionado para uma conta vinculada a uma empresa registrada em nome do funcionário. 

Além da maquineta e dos comprovantes, dois celulares e duas motocicletas foram apreendidos. Os veículos poderão ser levados a leilão judicial para ajudar no ressarcimento da vítima. Já os celulares devem ser periciados para o aprofudamento das investigações.

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