Alagoas

Em Alagoas, 63,5% dos domicílios receberam auxílio emergencial em agosto

TNH1 com ascom IBGE | 23/09/20 - 12h25 - Atualizado em 23/09/20 - 12h32

Nesta quarta-feira, 23, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou levantamentos sobre o recebimento do auxílio emergencial e também sobre mercado de trabalho em Alagoas. 

Auxílio emergencial - pela terceira vez seguida, Alagoas registrou aumento no percentual de domicílios que receberam qualquer tipo de auxílio emergencial relacionado à pandemia.

A taxa era de 57,1% em maio, passou para 60,5% em junho, alcançou 62,8% em julho e chegaram a 63,5% em agosto.

Taxa de desocupação cresce em Alagoas e chega a 16,4%

Nos resultados relacionados ao mercado de trabalho, os dados mostraram que a taxa de desocupação em Alagoas saiu de 15,7% para 16,4%, deixando o estado com a sexta maior taxa percentual do país nesse indicador. Bahia (18,1%), Maranhão (18,1%), Amazonas (17,9%), Amapá (17%) e Rio Grande do Norte (17%) ficaram à frente. 

A taxa de desocupação é o percentual de pessoas desocupadas, na semana de referência, em relação às pessoas na força de trabalho, que compreende o grupo de pessoas ocupadas e desocupadas em determinada população.

As pessoas desocupadas, por sua vez, são aquelas sem trabalho que tomaram alguma providência efetiva para consegui-lo e que estavam disponíveis para assumi-lo na semana de referência, ou seja, pressionaram o mercado. Da mesma forma, consideram-se desocupadas aquelas pessoas que já haviam conseguido trabalho e iriam inicia-lo após a semana de referência.

Em números absolutos, Alagoas registrava 169 mil pessoas desocupadas em julho, contingente que passou a ser de 183 mil em agosto, o que representa um grupo de 14 mil pessoas a mais procurando emprego de forma efetiva sem, no entanto, consegui-lo. 
 
Por outro lado, o número de pessoas ocupadas em Alagoas aumentou de julho para agosto (de 909 mil para 928 mil), da mesma forma que o nível da ocupação (de 34,9% para 35,7%).