por Eberth Lins
Publicado em 07/05/2026, às 11h17
O empresário Marcello Gusmão de Aguiar Vitório, investigado por incendiar o apartamento da ex-namorada em Maceió, foi declarado foragido após não ser encontrado para cumprir um mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça de Alagoas.
As investigações revelam que ele descumpriu 1.449 vezes medidas protetivas concedidas à ex-namorada, Mariana Maia, e é acusado de tentativa de homicídio, violência psicológica, dano e incêndio.
Após ser preso por dois meses e solto em abril de 2025, Marcello teve medidas cautelares impostas, incluindo a proibição de contato com a vítima, mas sua defesa não se manifestou até o momento.
O empresário Marcello Gusmão de Aguiar Vitório, investigado por incendiar o apartamento da ex-namorada no bairro da Ponta Verde, em Maceió, passou a ser considerado foragido pela Polícia Civil de Alagoas.
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Na última segunda-feira (04), a Justiça de Alagoas decretou a prisão preventiva do empresário, determinada pela 8ª Vara Criminal da Capital. Como o suspeito não foi localizado para o cumprimento do mandado, após ter se mudado, ele passou a ser oficialmente considerado foragido.
Segundo as investigações, Marcello teria descumprido reiteradamente, 1.449 vezes, medidas protetivas concedidas à ex-namorada, Mariana Maia.
Ele é investigado por supostamente de ter ateado fogo no apartamento da vítima, no bairro Ponta Verde, em fevereiro de 2025. O empresário chegou a ser preso por aproximadamente dois meses, sendo solto em abril de 2025.
De acordo com a defesa da vítima, a liberdade foi concedida após o Ministério Público de Alagoas não se manifestar dentro do prazo sobre as acusações.
Marcello foi denunciado por tentativa de homicídio, violência psicológica, dano e incêndio. À época de sua soltura, ele negou as acusações e afirmou ser inocente.
Quando foi liberado, a Justiça impôs medidas cautelares, incluindo a proibição de qualquer tipo de contato com a vítima.
O TNH1 tentou contato com a defesa do empresário, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação.
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